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10 dezembro 2018
Direitos Humanos em Portugal - problemas persistem
O Relatório Preliminar do Observatório de Mulheres Assassinadas indica que o número de mulheres que foram assassinadas em contextos de intimidade ou relações familiares próximas foi este ano de 2018 já superior ao registado em todo o 2017.
Ler mais em
07 março 2015
28 abril 2014
Nunca consegui que ele se modificasse
"nunca consegui que ele se modificasse"
Para mim a liberade, é vivermos no dia-a-dia sem medo.
Diz uma vítima de violência doméstica durante 38 anos, agora uma mulher livre.
Maria da Luz tem 61 anos e durante 38 foi vítima de violência doméstica. Casou-se no ano da revolução mas diz que só conquistou a liberdade em 2012, quando finalmente saiu de casa. Neste mural assume a liberdade de finalmente viver sem medo.http://videos.sapo.pt/9YjRUa47ej9n3NMmwoEF
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/
http://expresso.sapo.pt/
Em Dezembro 2013 estavam detidos 427 reclusos pelo crime de violência doméstica, mais 189 face a 2011, e existiam 210 agressores com pulseira electrónonica, contra os 51 registados em 2011.
30 março 2014
Tese menciona trabalho das soroptimistas contra violência doméstica
Excerto da tese de doutoramento de Mariana P. R. Azambuja, da Universidade do Minho, sobre
Violência de Género e os Discursos Circulantes nos Cuidados de Saúde Primários refere o trabalho notável do Clube Soroptimist International Porto Invicta.
PARABÉNS!
Ver http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8506/1/tese%2520mariana%2520azambuja.pdf
CITAÇÃO
Uma última organização não-governamental que tem intervido no
problema da violência contra as mulheres em Portugal é o Soroptimist
Internacional. Actualmente é a mais antiga (desde 1921) organização mundial feminina de clubes de intervenção social, contando com cerca de 3.000 Clubes, em
mais de 100 países, reunindo 100.000 mulheres. O Soroptimismo surgiu em
Portugal no ano de 1985, em Lisboa e, actualmente, existem os seguintes Clubes:
Lisboa I, Lisboa II, Porto, Setúbal, Estoril/Cascais e Évora.
Seu primeiro
projecto foi a construção de uma residência
temporária para mulheres e crianças vítimas de violência doméstica , o Porto d’Abrigo.
Para que sua constituição fosse possível,
o Clube Porto-Invicta contou com o apoio do Ministério da Justiça, do Ministério
do Trabalho e Segurança Social, da Câmara Municipal do Porto (ao abrigo do decreto-lei
323/2000, de 19 de Dezembro) e de diversas colaboradoras voluntárias. Funcionando desde Fevereiro de
2004 no centro da cidade do Porto, a residência é gerida pelo próprio Clube.
Possui capacidade para acolher 16 mulheres e seus filhos (em simultâneo), sendo
financiada por Acordo Típico com o Centro Distrital de Segurança Social do Porto.
Depois da construção do
Porto d`Abrigo, foi desenvolvido o Projecto Estrada Larga - caminhos para família s sem violência, entre
Outubro de 2003 e Março de 2005. Seu objectivo inicial era sensibilizar,
directa e pessoalmente, cerca de 24 mil pessoas para os problemas criados pela violência
doméstica e lev•-las a tomar uma nova
atitude perante essa violência, fomentando a protecção das vítimas e a mudança de comportamento dos agressores.
Seu público foi a comunidade em geral, técnicos(as) que lidam com a problemática,
alunos do 9º ano de escolaridade e alunos do Ensino Superior. Abrangendo 51 concelhos
dos distritos de Aveiro, Braga e Porto, nos seus 18 meses de execução , o
projecto
acabou por chegar a mais de 30 mil pessoas, contando com
cerca de 200 parceiros (Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Escolas,
Universidade, Associações, Misericórdias, etc.). A avaliação final do projecto foi bastante positiva, uma
vez que conseguiu unir diferentes sectores da comunidade em torno da vítimas pública
sobre a violência doméstica.
O Projecto Novo Rumo -Por uma Vida Sem Violência surgiu da experiência adquirida com o Projecto
Estrada Larga e do Porto d’Abrigo quanto ‡ necessidade de criar infra-estruturas
que permitam um apoio próximo e constante a mulheres vítimas de violência doméstica
.
Para alcançar esse objectivo, foram estabelecidas quatro áreas de intervenção
distintas:
Acção 1 - Cria de um
centro piloto de vítimas e acompanhamento a vítimas de violência doméstica
Acção 2 - Criação
de centros de vítimas e
acompanhamento a vítimas de violência doméstica
nas Juntas de Freguesias (de cinco a dez
centros);
Acção 3 - Definição
de políticas institucionais e normativos de Acção
em mÉdias/grandes empresas e outras instituições
(de quatro a seis instituições ); Acção 4 - Criação de casas-abrigo, por iniciativa das Câmaras Municipais,
em eventual parceria com instituições da
sociedade civil (de duas a quatro casas-abrigo).
A operar nos distritos de Aveiro, Braga e Porto (que,
segundo dados do Projecto Inovar, representam cerca de 30% da população portuguesa e apresentam cerca de 34% do total
de ocorrências de violência doméstica registadas na GNR e PSP), actuou entre Outubro
de 2004 e Maio de 2006, através da sensibilização, a fim de que todo o trabalho
desenvolvido se prolongue no tempo. Além disso, e uma vez que se encontra
vocacionado para a transferência de competências, mormente no que diz respeito
aos Centros de Vítimas e Acompanhamento, o Projecto Novo Rumo não se esgota nas suas balizas temporais. Seu balanço
final permitiu constatar que o Projecto realizou, com Êxito, todas as
actividades previstas, ultrapassando os objectivos inicialmente propostos, sob
os pontos de vista qualitativo e quantitativo.
Para tal contribuiu, o empenho
da equipe do projecto e o envolvimento e compromisso com os decisores
institucionais, responsáveis políticos e de referência da comunidade através da criação de serviços de proximidade dirigidos ‡s vítimas
e de outras estruturas de segurança e apoio. Além da realização de estágios curriculares de duas finalistas
das licenciaturas em Psicologia (Universidade Fernando Pessoa) e Educação Social (Instituto Politécnico do Porto), houve
amplo apoio da comunicação social na divulgação
das actividades do projecto (foram
publicados 112 artigos na imprensa escrita portuguesa sobre o projecto, bem
como concedidas entrevistas em rádios locais) e criou-se uma efectiva rede de colaboração
entre as instituições parceiras. No que diz respeito ao atendimento
‡s mulheres, implantou-se apartamentos de transição no Distrito do Porto, criaram-se 16 Centros de
Vítimas e Acompanhamento a Vítimas de Violência
Doméstica (dois no Distrito de Aveiro,
dois no Distrito de Braga e 12 no Distrito do Porto), rentabilizando os
recursos já existentes nas instituições parceiras.
A criação de um Manual de Atendimento (a vitimas de violência doméstica) permitiu a qualificação
e a uniformização destes processos de atendimentos a vítimas de violência doméstica. Por fim, a divulgação
da linha nacional de apoio da CIDM e as
acções de sensibilização permitiram o
envolvimento da comunidade na resolução da
problemática.
O mais recente projecto promovido pela Associação Soroptimist Internacional Clube Porto Invicta é
o Projecto LAURA - Localizar, Avaliar, Unir, Reflectir, Agir -
financiado pelo POEFDS - Programa Operacional Emprego, Formação e Desenvolvimento Social, com duração prevista para um período de 30 meses (de Julho
de 2005 a Dezembro de 2007). Opera em 20 Concelhos do norte do país (Gondomar,
Maia, Matosinhos, Paredes, Penafiel, Póvoa do Varzim, Porto, Valongo, Vila do
Conde, Vila Nova de Gaia, Braga, Esposende, Guimarães, Vila Verde, Arcos de
Valdevez, Caminha, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Chaves e Vila Real) e tem
como objectivos: (1) investigar e conhecer a realidade destes Concelhos, de
forma localizada e transversal e (2) sensibilizar e informar os diversos
sectores da comunidade e partir para a Acção com base na promoção de redes de parceria.
Para isso, pretende
desenvolver as seguintes acções:
1. Estudo sobre violência doméstica;
2. Acções de sensibilização sobre a violência doméstica ;
3. Criação e manutenção de Web site do projecto;
4. Sessões motivacionais para a importância do trabalho em
rede de parcerias
5. Reuniões de trabalho de dinamização, acompanhamento e
apoio ‡s redes de parceria desenvolvidas;
6. Plataforma de e-learning
como ferramenta de apoio essencial ‡s redes de parcerias;
7. Criação, produção e
envio de newsletter mensal do
projecto;
8. Criação, produção e
disseminação de folhetos informativos
sobre a violência doméstica (adaptados ‡
realidade de cada concelho).
A estratégia adoptada pelo LAURA para levar a cabo as acções
referidas se fundamenta em cinco eixos:
- Proximidade: todas as acções serão realizadas na própria
comunidade, ao nível do Concelho, envolvendo em cada Acção instituições locais;
- Transversalidade: o projecto irá actuar, simultaneamente,
em vários segmentos estratégicos da comunidade (cidadãos adultos, jovens, comunidade
étnica, decisores políticos e comunicação social local);
- Comunicação eficaz:
a estrutura de comunicação das acções
ser• adaptada aos diferentes públicos-alvo;
- Conhecimento da realidade: todas as acções contribuirão,
directa ou indirectamente, para os estudos a realizar;
- Visibilidade: através da concretização das suas acções, o projecto aumentará a visibilidade
da temática da violência doméstica.
((No Capítulo 6, especificamos como se desenvolveu esta intervenção no contexto de Braga.
Retirado de http://novorumo.info/ , acesso em 18/9/07)
FIM DE CITAÇÃO
05 setembro 2013
Gil Vicente e SOPRO contra a Violência Doméstica
O clube de futebol Gil Vicente e a associação SOPRO, que presta auxílio social nos países lusófonos, desenvolveram uma campanha contra a violência doméstica.Vários jogadores do plantel, entre eles Adriano Facchini e César Peixoto, fizeram um vídeo onde alertam para este drama, numa ação denominada "Eu não me calo! Salve uma vida".Durante os jogos, como já aconteceu frente ao Sporting de Braga, os jogadores voltam a chamar a atenção desta causa e são distribuídos vários panfletos sobre o assunto.
http://youtu.be/SGgGsPCtZeM
N
Não cale a desgraça, salve uma vida.
05 agosto 2013
Parlamento da Guiné-Bissau criminaliza violência doméstica
O parlamento da Guiné-Bissau aprovou hoje por unanimidade um projeto de lei que criminaliza a violência doméstica, estabelecendo penas de prisão que podem ir até 12 anos e a criação de centros de acolhimento para as vítimas.
O projeto foi debatido durante a manhã de hoje e foi depois aprovado pelos deputados de todas as bancadas, devendo entrar em vigor um mês após ser publicado no boletim oficial.
Apesar dos esforços para proteger os direitos fundamentais da pessoa "assiste-se ainda a crescentes violações dos direitos humanos no continente africano e em particular na Guiné-Bissau", diz o preâmbulo do diploma, onde se salienta os grandes índices no país de violência doméstica.
As grandes vítimas da violência doméstica na Guiné-Bissau são as mulheres, "devido às condições estruturais de relação de poder entre os géneros", alerta também o documento, que especifica que a partir da lei "a violência doméstica é um crime público" e que pode ser denunciado de qualquer forma e por qualquer pessoa.
De acordo com o documento, compete ao Estado criar medidas para proteger as vítimas de violência doméstica, criar ou incentivar centros de acolhimento e "assegurar o anonimato" dessas vítimas, e assegurar a proteção policial.
Compete ainda ao Estado fazer com que os profissionais de Saúde deem tratamento adequado e privacidade a vítimas de violência doméstica e assegurar-lhes apoio psicológico e psiquiátrico caso seja necessário, e criar um Plano Nacional para prevenir, atender e erradicar a violência doméstica.
Para os agentes de violência a lei estabelece penas diversas, que vão de proibição de frequentar a casa da vítima e indemnizações a prestação de serviços à comunidade e prisão efetiva.
23 fevereiro 2013
Seminário, 1-Março-2013, 14h
“Falar Claramente Sobre Violência de Género" é um projecto promovido, actualmente, pela Associação O Ninho financiado pelo POPH – PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO.
EIXO: 9 TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO: 9.7.7
ACÇÃO TIPO: Acções de intervenção no Combate à Violência de Género
EIXO: 9 TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO: 9.7.7
ACÇÃO TIPO: Acções de intervenção no Combate à Violência de Género
06 fevereiro 2013
Portugal ratifica Convenção de Istambul sobre a Violência Doméstica
PORTUGAL É O PRIMEIRO ESTADO MEMBRO DA
UNIÃO EUROPEIA A RATIFICAR A CONVENÇÃO DE ISTAMBUL
O Deputado Mendes Bota, Relator Geral sobre
a Violência Contra as Mulheres, da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa,
acaba de emitir uma declaração em Estrasburgo, regozijando-se com o facto de
Portugal se ter tornado o primeiro Estado membro da União Europeia a completar
o processo de ratificação da Convenção para a prevenção e o combate à violência
contra as mulheres e a violência doméstica, também conhecida como Convenção de
Istambul.
Esta manhã mesmo, o
representante de Portugal junto do Conselho da Europa, Embaixador Luis Filipe Castro
Mendes, fez entrega do instrumento de ratificação à Secretária Geral Adjunta daquela
instituição europeia, Gabriella Battaini-Dragoni (ver foto anexa).
Portugal segue-se,
assim, à Turquia e à Albânia (entregou ontem o seu instrumento de ratificação),
tendo Mendes Bota acompanhado, no exercício das suas funções, todas as etapas
destes processos de ratificação, tal como está fazendo em outros Estados
membros do Conselho da Europa.
Eis o teor integral
da declaração produzida pelo parlamentar:
“Estas duas ratificações mais
reforçam a convicção de que a entrada em vigor da Convenção de Istambul será
possível em 2013.
Saúdo, por isso, a ratificação da Convenção do Conselho
da Europa sobre a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e a
violência doméstica pela Albânia, a 4 de Fevereiro, e Portugal, hoje. Espero
sinceramente, que se sigam mais Estados nos próximos meses.
Depois da Turquia e da Albânia, Portugal é o primeiro
Estado membro da União Europeia a ratificar a Convenção de Istambul, e isso é
também um sinal importante. A Convenção é o instrumento internacional mais avançado
que lida com a violência de género, e que reconhece que a violência contra as
mulheres é uma violação dos direitos humanos e uma forma de discriminação.
As legislações nacionais poderão não estar já totalmente
em linha com a Convenção, mas isto não deverá ser usado como justificação para
adiar a ratificação, pois há sempre tempo e lugar para aperfeiçoamentos. Por
isso, apelo a todos os Estados membros do Conselho da Europa, para aproveitarem
este momento e apressarem os seus processos de ratificação. A Convenção entrará
em vigor após 10 ratificações, e acredito que todos juntos iremos tornar isso
possível em 2013.”
Deputado MENDES BOTA
Lisboa, 5 de Fevereiro de 2013
Elei to em representação da Regi ão do Algarve
Paláci o de S. Bento 1249-068 Li sboa
Telef: 213 917 282 Mai l: mendesbota@psd.parlamento.pt
Síti o electróni co: www.mendesbota.com
Pelo Gabinete de Apoio
Cristina
Robalo – Assistente
Telefone -
213917282
05 dezembro 2011
Campanha Nacional contra a Violência Doméstica
Serviço de Informação às Vítimas de Violência Domestica
Número verde gratuito 800 202 148
Ver CIG Cidadania e Igualdade de Género , e Soroptimistas na TROFA
Serviço de Informação às Vítimas de Violência Domestica
Número verde gratuito 800 202 148
Número verde gratuito 800 202 148
Ver CIG Cidadania e Igualdade de Género , e Soroptimistas na TROFA
Serviço de Informação às Vítimas de Violência Domestica
Número verde gratuito 800 202 148
04 dezembro 2011
Em memória de Teresa Rosmaninho antiga Presidente da União de Portugal
Serviço de Informação às Vítimas de Violência Doméstica
Número verde gratuito 800 202 148
Teresa Rosmaninho, psicóloga clínica, presidente fundadora do clube Soroptimist International Porto Invicta e antiga presidente da União de Portugal faleceu em Setembro (1955-2011). A União de Portugal inclui também os Clubes de Caldas da Rainha, Estoril Cascais, Évora, Lisboa Sete Colinas, Lisboa Fundador e Setúbal.

Teresa Rosmaninho tinha um sonho. Sonhava com um mundo sem violência. E trabalhava todos os dias para o construir, mobilizando vontades e recursos e ultrapassando obstáculos.
Enérgica, bem humorada e dinâmica, ela demonstrava com a sua liderança o melhor dos ideais soroptmistas: Compreender, Defender, Agir (Awareness, Advocacy, Action)
Teresa Rosmaninho deixa um trabalho notável na protecção às vitimas de violência doméstica e na defesa dos direitos humanos em Portugal. Em 1994 fundou, através do clube Soroptimist International Porto Invicta, o «Porto de Abrigo», uma casa de apoio a mulheres vítimas de violência doméstica. Foi assessora do Ministério da Justiça e dirigente do projecto INOVAR do Ministério da Administração Interna, destinado a melhorar o atendimento às vítimas de crime, na GNR e PSP e foi autora de uma manual sobre a violência doméstica destinado à comunicação social.
Sentidos pêsames à sua família e às amigas soroptimistas.
Foi um privilégio conhecer e trabalhar com Teresa Rosmaninho nos projectos soroptimistas.
Deixe aqui o seu testemunho e os seus desejos para as soroptimistas em Portugal.
Nascida no Porto, a 25 de Abril de 1955, Teresa Rosmaninho tinha 56 anos. Ex-assessora do Ministério da Justiça, desenvolveu um extenso trabalho de campo na área social. Activista dos direitos das mulheres, fundou o “Porto de Abrigo”, casa de apoio no Porto para vítimas de violência doméstica, gerido pela “Soroptimist International Porto Invicta”, de que foi a primeira presidente.
Licenciada em psicologia clínica no Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), fez estudos complementares na Inglaterra, Holanda e Suíça. Auditora de Defesa Nacional, Teresa Rosmaninho foi Técnica Superior do Ministério da Justiça e dirigiu o projecto INOVAR do Ministério da Administração Interna, destinado a melhorar o atendimento, na GNR e PSP, às vítimas de crime.
Militante do MRPP entre 1973 e 1975, Teresa Rosmaninho era militante do PS desde 2009.
Ver também Rede de casas abrigo não é suficiente , Crime quase sem castigoPorto24 , Porto Canal , Público
Obituário de Teresa Rosmaninho, JN, Notícias de Gaia, A Bola, APMJ, AIDSSP, testemunhos, Intervenção , Notícias da Trofa, Conheci Teresa
Soroptimistas na campanha da UNIFEM contra a violência contras as mulheres
Violência doméstica mata mais , Ver CIG Cidadania e Igualdade de Género
Serviço de Informação às Vítimas de Violência Domestica
Número verde gratuito 800 202 148
25 fevereiro 2011
Mulheres Cabo-verdianas juntas contra a Violência Doméstica, 8-Março, 14h, Carnaxide
A Associação de Mulheres Cabo-verdianas na Diáspora em Portugal (AMCDP) marcam o Dia Internacional da Mulher com uma concentração contra a Violência Doméstica.
Data: terça-feira, 8 de Março 2011, 14h00
Local: Largo da Piscina Municipal (rua António Navarro), Outurela, Carnaxide
Contactos: dilacaboverde@hotmail.com
Não se esqueça que a sua presença é imprescindível e que quanto maior for a adesão mais mulheres serão protegidas. Participe e traga uma t-shirt branca.
23 outubro 2010
“Novo Rumo” para as vítimas de violência doméstica
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04 maio 2010
Violência doméstica em Portugal aumentou 10,1% em 2009
Só em 2009, as forças de seguranças registaram mais de 30 mil participações de violência doméstica. Um número que representa um aumento de 10,1% face a 2008.
Lisboa, Porto, Setúbal, Aveiro e Braga são os distritos onde se registaram mais episódios de violência doméstica, o que revela uma clara distinção entre a zona litoral e o interior. Pela primeira, o DGAI foi ao pormenor de identificar as comarcas onde este crime tem maior taxa de prevalência, como São João da Madeira, Porto, Espinho e Sintra.
A violência doméstica passou a ser crime público em 2000. CADA UM DE NÓS e perante a impossibilidade da vitima o fazer, deve comunicar ás autoridades os factos de que temos conhecimento. PODEMOS SALVAR VIDAS basta fazê-lo por telefone e dar os contactos da vitima e todos os elementos possíveis de identificação do agressor.
23 abril 2010
Sem Viloência Familiar - formação para o apoio a vítimas, 7-Maio-2010
No âmbito da implementação do Plano Nacional de Saúde Mental, aprovado na Resolução de Conselho de Ministros nº 49/2008, a Coordenação Nacional para a Saúde Mental (CNSM) do Alto Comissariado da Saúde, em parceria com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra, irá iniciar em Maio de 2010 um programa que visa a promoção da prestação de cuidados na área da violência familiar/conjugal pelos Serviços Locais de Saúde Mental. Este programa designado de “SEM Violência Familiar”, consistirá, numa fase piloto, numa acção de sensibilização e uma acção de formação a realizar nas regiões do Norte e de Lisboa e Vale do Tejo.
Sessão de Sensibilização
Data: 7 -Maio-2010, 9h30 às 17h
Lugar: Auditório do IPJ em Moscavide, sito Via de Moscavide 47 101 (na zona norte da Expo a 300m da Estação Gare do Oriente. Autocarros - 5, 10, 25, 44, 114 e 208)
Destinatários: Profissionais das equipas de saúde mental
A sessão é gratutita, mas a incrição é obrigatória, dia 3 de Maio por fax ou email para semviolenciafamiliar@acs.min-saude.pt
Sessão de Sensibilização
Data: 7 -Maio-2010, 9h30 às 17h
Lugar: Auditório do IPJ em Moscavide, sito Via de Moscavide 47 101 (na zona norte da Expo a 300m da Estação Gare do Oriente. Autocarros - 5, 10, 25, 44, 114 e 208)
Destinatários: Profissionais das equipas de saúde mental
A sessão é gratutita, mas a incrição é obrigatória, dia 3 de Maio por fax ou email para semviolenciafamiliar@acs.min-saude.pt
11 fevereiro 2010
Congress sobre Violência nas Relações de Intimidade, Coimbra, Maio 2010
Congresso Internacional "Violência nas Relações de Intimidade":
(O)Usar Caminhos em Saúde"
Data: 17, 18, 19 Maio 2010
Organização: ES Emfermagem, Coimbra
No âmbito do projecto “(O)USAR & SER LAÇO BRANCO”, a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra está a organizar um Congresso Internacional intitulado "Violência nas Relações de Intimidade: (O)Usar Caminhos em Saúde",
Mais informações sobre este evento podem ser obtidas na página www.esenfc.pt/event/event/home/index.php?target=home&event=53&defLang=1
na qual poderão ter acesso a toda a informação relacionada com o Congresso, nomeadamente o programa, inscrições e submissão de abstracts.
Contacto: lacobranco@esenfc.pt
(O)Usar Caminhos em Saúde"
Data: 17, 18, 19 Maio 2010
Organização: ES Emfermagem, Coimbra
No âmbito do projecto “(O)USAR & SER LAÇO BRANCO”, a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra está a organizar um Congresso Internacional intitulado "Violência nas Relações de Intimidade: (O)Usar Caminhos em Saúde",
Mais informações sobre este evento podem ser obtidas na página www.esenfc.pt/event/event/home/index.php?target=home&event=53&defLang=1
na qual poderão ter acesso a toda a informação relacionada com o Congresso, nomeadamente o programa, inscrições e submissão de abstracts.
Contacto: lacobranco@esenfc.pt
14 dezembro 2009
Rede de casas-abrigo não é suficiente
A rede oficial de casas-abrigo para vítimas de violência doméstica, que conta, actualmente, com 36 edifícios, não é suficiente para o número de casos de mulheres e crianças que precisam sair de casa para fugir ao sofrimento diário.
De acordo com a edição deste domingo do Público, vice-presidente da Comissão para a Cidadania e para a Igualdade de Género (CIG), Manuel Albano, não diz que é suficiente nem que é insuficiente, limitando-se a afirmar que estão preenchidas «97% das vagas» e que o país se socorre de «comunidades de inserção».
Além da comunidade de inserção da Associação de Moradores de Lameiras, a do Centro de Apoio à Vida, a da Cáritas de Coimbra, a da Casa de Sant´Ana, a do Centro Social e Paroquial de S. Lázaro, a da Comunidade Juvenil S. Francisco de Assis, a da Fundação Bissaya Barreto, a do Lar Divino Salvador, a do Lar Madre Sacramento, por vezes, hospedarias e pensões têm também de acolher as vítimas, que fugiram de casa, muitas vezes, apenas com a roupa do corpo.
De acordo com a edição deste domingo do Público, vice-presidente da Comissão para a Cidadania e para a Igualdade de Género (CIG), Manuel Albano, não diz que é suficiente nem que é insuficiente, limitando-se a afirmar que estão preenchidas «97% das vagas» e que o país se socorre de «comunidades de inserção».
Além da comunidade de inserção da Associação de Moradores de Lameiras, a do Centro de Apoio à Vida, a da Cáritas de Coimbra, a da Casa de Sant´Ana, a do Centro Social e Paroquial de S. Lázaro, a da Comunidade Juvenil S. Francisco de Assis, a da Fundação Bissaya Barreto, a do Lar Divino Salvador, a do Lar Madre Sacramento, por vezes, hospedarias e pensões têm também de acolher as vítimas, que fugiram de casa, muitas vezes, apenas com a roupa do corpo.
«O Conselho da Europa fez um documento programático e essa deverá ser a nossa referência», defende Maria Macedo, da Associação de Mulher contra a Violência, sublinhando que deve haver uma casa-abrigo para cada dez mil habitantes. Teresa Rosmaninho, da Soroptimist International, argumenta, por seu lado, que as respostas devem ser diversificadas, entre centros de acolhimento de emergência, casas-abrigo, casas-abrigo de alta segurança e apartamentos de transição.
«As vagas desta rede, que, ao fim e ao cabo, é pública, porque, apesar de formada por casas geridas por organizações não governamentais, é financiada pelo Estado, chegam», garante a Secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Contudo, as associações afirmam que não é isso que se verifica no terreno, especialmente a nível do interior, onde quase não existem este tipo de organismos.
As vítimas têm, muitas vezes, de mudar de zona, «precisam de refazer a vida, eventualmente, de aumentar a escolaridade, de fazer formação», explica Maria José Magalhães, da União de Mulheres Alternativa e Resposta. Apesar de tudo, Elza Pais está sintonizada com esta necessidade e já afirmou que «as casas que vierem a ser construídas terão de ser no interior».
«Algumas instituições não percebem o que é uma casa-abrigo, pensam que é igual a um lar de terceira idade ou a um centro de ocupação de tempos livres», diz Magalhães, questionando ainda a qualidade destas instituições.
«As vagas desta rede, que, ao fim e ao cabo, é pública, porque, apesar de formada por casas geridas por organizações não governamentais, é financiada pelo Estado, chegam», garante a Secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Contudo, as associações afirmam que não é isso que se verifica no terreno, especialmente a nível do interior, onde quase não existem este tipo de organismos.
As vítimas têm, muitas vezes, de mudar de zona, «precisam de refazer a vida, eventualmente, de aumentar a escolaridade, de fazer formação», explica Maria José Magalhães, da União de Mulheres Alternativa e Resposta. Apesar de tudo, Elza Pais está sintonizada com esta necessidade e já afirmou que «as casas que vierem a ser construídas terão de ser no interior».
«Algumas instituições não percebem o que é uma casa-abrigo, pensam que é igual a um lar de terceira idade ou a um centro de ocupação de tempos livres», diz Magalhães, questionando ainda a qualidade destas instituições.
«Tem de haver uma equipa técnica multidisciplinar e especializada», remata Rosmaninho.
Fontes: diariodigital.sapo.pt, Público
Teresa Rosmaninho foi a Presidente-fundadora do Clube Soroptimist International Porto Invicta
Crime (quase) sem castigo
Público - Casas-abrigo para mulheres e crianças não chegam para as encomendas
11 novembro 2009
Linha de Emergência Social 144 acode
A Linha Nacional de Emergência Social (LNES 144), que funciona 24 horas por dia, recebeu no último ano 18 438 pedidos de apoio em todo o país, quase metade dos quais relacionados com violência doméstica, quer física quer psicológica.
Fonte: RR
Em dez dias, cinco mulheres foram assassinadas pelos companheiros ou ex-companheiros em Portugal...
As próprias mulheres nem sempre conseguem avaliar o risco...
Fonte: Público
Fonte: RR
Em dez dias, cinco mulheres foram assassinadas pelos companheiros ou ex-companheiros em Portugal...
As próprias mulheres nem sempre conseguem avaliar o risco...
Fonte: Público
28 janeiro 2009
Lei vai proteger vitimas de violência doméstica
O projecto-lei de prevenção da violência doméstica aprovado em Conselho de Ministros a 15-Janeiro-09 cria o estatuto de “vítima da violência doméstica” e prevê o recurso a meios de controlo à distância do agressor, arguido ou condenado; consagra a natureza urgente dos processo de violência doméstica, incluindo apoio judiciário e medidas urgentes de protecção nas 48 horas subsequentes à notícia de um crime. Assegura também a prestação de assistência directa à vítima por parte de técnicos especializados, bem como a existência de gabinetes de atendimento e tratamento clínico no SNS.Com o projecto-lei, que vai agora à Assembleia da República, pretende-se prevenir e reprimir a violência doméstica e apoiar e promover a autonomia e condições de vida dignificantes às vítimas de violência doméstica.
Para a prevenção da violência e a protecção das vitimas, é mobilizada uma “rede nacional de apoio às vítimas de violência doméstica” que incorpora as casas de abrigo, os centros de atendimento, os grupos de ajuda mútua, as forças policiais e as autoridades autárquicas locais, procurando maior eficácia através da proximidade.
A violência doméstica é um frequentemente um crime escondido e quase sempre envergonhado.
Com a nova lei, a vitima pode ganhar coragem para "dizer não à violência" ao saber que pode contar com mais apoios e protecção do agressor.
VER http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT
Crime: http://antoniopovinho.blogspot.com/2008/10/mais-um-crime-passional.html
Crime: http://antoniopovinho.blogspot.com/2008/06/homicdio-na-pvoa-da-pegada-4.html
Ver Manual para os media sobre Violência Doméstica, http://manualmediavd.blogspot.com/
Linha da Emergência Social 144 LNES
02 novembro 2008
Soroptimistas juntam-se à campanha "NÃO à violência contra as mulheres"

Diga NÃO à violência contra as mulheres
Visite http://www.rocketxl.com/unifem/ e junte o seu nome à campanha da UNIFEM de reunir um milhão da assinaturas até 25-Novembro-08 numa petição a apresentar às Nações Unidas pelo fim da violência contra as mulheres.
Porque é importante aderir à campanha de um milhão de assinaturas contra a violência contra as mulheres?
Para dar voz às mulheres que vivem em medo e desespero e às mulheres que sucumbiram às mãos dos companheiros. Por todas as mulheres, que todas têm o direito a uma vida sem violência
Go to Say NO to violence against womenhttp://www.saynotoviolence.org/index_es.htm
Linha de Emergência Social 144
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