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10 dezembro 2018

Direitos Humanos em Portugal - problemas persistem

O Relatório Preliminar do Observatório de Mulheres Assassinadas indica que o número de mulheres que foram assassinadas em contextos de intimidade ou relações familiares próximas foi este ano de 2018 já superior ao registado em todo o 2017.

Problemas de direitos humanos persistem em Portugal apesar de progressos, denuncia Amnistia Internacional

Problemas de direitos humanos persistem em Portugal apesar de progressos, denuncia Amnistia Internacional



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28 abril 2014

Nunca consegui que ele se modificasse

"nunca consegui que ele se modificasse" 

Para mim a liberade, é vivermos no dia-a-dia sem medo. 

Diz uma vítima de violência doméstica durante 38 anos, agora uma mulher livre. 

Maria da Luz tem 61 anos e durante 38 foi vítima de violência doméstica. Casou-se no ano da revolução mas diz que só conquistou a liberdade em 2012, quando finalmente saiu de casa. Neste mural assume a liberdade de finalmente viver sem medo.

http://videos.sapo.pt/9YjRUa47ej9n3NMmwoEF 


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/vitima-de-violencia-domestica-durante-38-anos=f867356#ixzz30AWlrgL4 
http://expresso.sapo.pt/vitima-de-violencia-domestica-durante-38-anos=f867356

Em Dezembro 2013 estavam detidos 427 reclusos pelo crime de violência doméstica, mais 189 face a 2011, e existiam 210 agressores com pulseira electrónonica, contra os 51 registados em 2011. 

30 março 2014

Tese menciona trabalho das soroptimistas contra violência doméstica



Excerto da tese de doutoramento de Mariana P. R. Azambuja, da Universidade do Minho, sobre
Violência de Género e os Discursos Circulantes nos Cuidados de Saúde Primários refere o trabalho notável do Clube Soroptimist International Porto Invicta. 
PARABÉNS!  
Ver http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8506/1/tese%2520mariana%2520azambuja.pdf
CITAÇÃO
Uma última organização  não-governamental que tem intervido no problema da violência contra as mulheres em Portugal é o Soroptimist Internacional. Actualmente é a mais antiga (desde 1921) organização  mundial feminina de clubes de intervenção  social, contando com cerca de 3.000 Clubes, em mais de 100 países, reunindo 100.000 mulheres. O Soroptimismo surgiu em Portugal no ano de 1985, em Lisboa e, actualmente, existem os seguintes Clubes: Lisboa I, Lisboa II, Porto, Setúbal, Estoril/Cascais e Évora.

O Clube Soroptimist Porto  -  Invicta nasceu a 8 de Abril de 1994 e faz parte da União Soroptimist de Portugal, que se integra na Federação  Soroptimist da Europa. Desde a sua constituição , o Clube Soroptimist Porto-Invicta optou pelo trabalho focado no problema da violência contra as mulheres e as crianças , em particular a que ocorre na família . 

Seu primeiro projecto foi a construção  de uma residência temporária para mulheres e crianças vítimas de violência doméstica , o Porto d’Abrigo. Para que sua constituição  fosse possível, o Clube Porto-Invicta contou com o apoio do Ministério da Justiça, do Ministério do Trabalho e Segurança Social, da Câmara Municipal do Porto (ao abrigo do decreto-lei 323/2000, de 19 de Dezembro) e de diversas colaboradoras  voluntárias. Funcionando desde Fevereiro de 2004 no centro da cidade do Porto, a residência é gerida pelo próprio Clube. Possui capacidade para acolher 16 mulheres e seus filhos (em simultâneo), sendo financiada por Acordo Típico com o Centro Distrital de Segurança  Social do Porto.

Depois da construção  do Porto d`Abrigo, foi desenvolvido o Projecto Estrada Larga   -  caminhos para família s sem violência, entre Outubro de 2003 e Março de 2005. Seu objectivo inicial era sensibilizar, directa e pessoalmente, cerca de 24 mil pessoas para os problemas criados pela violência doméstica  e lev•-las a tomar uma nova atitude perante essa violência, fomentando a protecção  das vítimas e a mudança de comportamento dos agressores. Seu público foi a comunidade em geral, técnicos(as) que lidam com a problemática, alunos do 9º ano de escolaridade e alunos do Ensino Superior. Abrangendo 51 concelhos dos distritos de Aveiro, Braga e Porto, nos seus 18 meses de execução , o projecto  

acabou por chegar a mais de 30 mil pessoas, contando com cerca de 200 parceiros (Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Escolas, Universidade, Associações, Misericórdias, etc.). A avaliação  final do projecto foi bastante positiva, uma vez que conseguiu unir diferentes sectores da comunidade em torno da vítimas     pública sobre a violência doméstica.
O Projecto Novo Rumo -Por uma Vida Sem Violência  surgiu da experiência adquirida com o Projecto Estrada Larga e do Porto d’Abrigo quanto ‡ necessidade de criar infra-estruturas que permitam um apoio próximo e constante a mulheres vítimas de violência doméstica . 

Para alcançar esse objectivo, foram estabelecidas quatro áreas de intervenção  distintas:
Acção  1 - Cria de um centro piloto de vítimas     e acompanhamento a vítimas  de violência doméstica 
Acção  2  -  Criação  de centros de vítimas     e acompanhamento a vítimas  de violência doméstica  nas Juntas de Freguesias (de cinco a dez centros);
Acção  3  -  Definição    de políticas institucionais e normativos de Acção  em mÉdias/grandes empresas e outras instituições  (de quatro a seis instituições ); Acção  4  -  Criação  de casas-abrigo, por iniciativa das Câmaras Municipais, em eventual parceria com instituições  da sociedade civil (de duas a quatro casas-abrigo).

A operar nos distritos de Aveiro, Braga e Porto (que, segundo dados do Projecto Inovar, representam cerca de 30% da população  portuguesa e apresentam cerca de 34% do total de ocorrências de violência doméstica  registadas na GNR e PSP), actuou entre Outubro de 2004 e Maio de 2006, através da sensibilização, a fim de que todo o trabalho desenvolvido se prolongue no tempo. Além disso, e uma vez que se encontra vocacionado para a transferência de competências, mormente no que diz respeito aos Centros de Vítimas e Acompanhamento, o Projecto Novo Rumo não  se esgota nas suas balizas temporais. Seu balanço final permitiu constatar que o Projecto realizou, com Êxito, todas as actividades previstas, ultrapassando os objectivos inicialmente propostos, sob os pontos de vista qualitativo e quantitativo. 

Para tal contribuiu, o empenho da equipe do projecto e o envolvimento e compromisso com os decisores institucionais, responsáveis políticos e de referência da comunidade através da criação  de serviços de proximidade dirigidos ‡s vítimas  e de outras estruturas de segurança  e apoio. Além da realização  de estágios curriculares de duas finalistas das licenciaturas em Psicologia (Universidade Fernando Pessoa) e Educação  Social (Instituto Politécnico do Porto), houve amplo apoio da comunicação  social na divulgação  das actividades do projecto (foram publicados 112 artigos na imprensa escrita portuguesa sobre o projecto, bem como concedidas entrevistas em rádios locais) e criou-se uma efectiva rede de colaboração  entre as instituições  parceiras. No que diz respeito ao atendimento ‡s mulheres, implantou-se apartamentos de transição  no Distrito do Porto, criaram-se 16 Centros de Vítimas e Acompanhamento a Vítimas  de Violência Doméstica  (dois no Distrito de Aveiro, dois no Distrito de Braga e 12 no Distrito do Porto), rentabilizando os recursos já existentes nas instituições  parceiras.

A criação  de um Manual de Atendimento (a vitimas de violência doméstica)  permitiu a qualificação  e a uniformização  destes processos de atendimentos a vítimas  de violência doméstica. Por fim, a divulgação  da linha nacional de apoio da CIDM e as acções de sensibilização  permitiram o envolvimento da comunidade na resolução  da problemática.
O mais recente projecto promovido pela Associação  Soroptimist Internacional Clube Porto Invicta é o Projecto LAURA  -  Localizar, Avaliar, Unir, Reflectir, Agir - financiado pelo POEFDS  -  Programa Operacional Emprego, Formação  e Desenvolvimento Social, com duração  prevista para um período de 30 meses (de Julho de 2005 a Dezembro de 2007). Opera em 20 Concelhos do norte do país (Gondomar, Maia, Matosinhos, Paredes, Penafiel, Póvoa do Varzim, Porto, Valongo, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia, Braga, Esposende, Guimarães, Vila Verde, Arcos de Valdevez, Caminha, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Chaves e Vila Real) e tem como objectivos: (1) investigar e conhecer a realidade destes Concelhos, de forma localizada e transversal e (2) sensibilizar e informar os diversos sectores da comunidade e partir para a Acção com base na promoção  de redes de parceria. 

Para isso, pretende desenvolver as seguintes acções:
1. Estudo sobre violência doméstica;
2. Acções de sensibilização  sobre a violência doméstica ;
3. Criação e manutenção  de Web site do projecto;
4. Sessões motivacionais para a importância do trabalho em rede de parcerias  
5. Reuniões de trabalho de dinamização, acompanhamento e apoio ‡s redes de parceria desenvolvidas;
6. Plataforma de e-learning como ferramenta de apoio essencial ‡s redes de parcerias;
7. Criação, produção  e envio de newsletter mensal do projecto;
8. Criação, produção  e disseminação  de folhetos informativos sobre a violência doméstica  (adaptados ‡ realidade de cada concelho).

A estratégia adoptada pelo LAURA para levar a cabo as acções referidas se fundamenta em cinco eixos:
- Proximidade: todas as acções serão realizadas na própria comunidade, ao nível do Concelho, envolvendo em cada Acção  instituições  locais;
- Transversalidade: o projecto irá actuar, simultaneamente, em vários segmentos estratégicos da comunidade (cidadãos adultos, jovens, comunidade étnica, decisores políticos e comunicação  social local);
- Comunicação  eficaz: a estrutura de comunicação  das acções ser• adaptada aos diferentes públicos-alvo;
- Conhecimento da realidade: todas as acções contribuirão, directa ou indirectamente, para os estudos a realizar;
- Visibilidade: através da concretização  das suas acções, o projecto aumentará a visibilidade da temática da violência doméstica.
((No Capítulo 6, especificamos como se desenvolveu esta intervenção no contexto de Braga.
Retirado de http://novorumo.info/ , acesso em 18/9/07)

FIM DE CITAÇÃO

Homem que é homem ...

Homem Que é Homem Não Bate em Mulher

05 setembro 2013

Gil Vicente e SOPRO contra a Violência Doméstica

O clube de futebol Gil Vicente e a associação SOPRO, que presta auxílio social nos países lusófonos, desenvolveram uma campanha contra a violência doméstica.Vários jogadores do plantel, entre eles Adriano Facchini e César Peixoto, fizeram um vídeo onde alertam para este drama, numa ação denominada "Eu não me calo! Salve uma vida".Durante os jogos, como já aconteceu frente ao Sporting de Braga, os jogadores voltam a chamar a atenção desta causa e são distribuídos vários panfletos sobre o assunto.

http://youtu.be/SGgGsPCtZeM 
N

Não cale a desgraça, salve uma vida. 

05 agosto 2013


Parlamento da Guiné-Bissau criminaliza violência doméstica


O parlamento da Guiné-Bissau aprovou hoje por unanimidade um projeto de lei que criminaliza a violência doméstica, estabelecendo penas de prisão que podem ir até 12 anos e a criação de centros de acolhimento para as vítimas.

O projeto foi debatido durante a manhã de hoje e foi depois aprovado pelos deputados de todas as bancadas, devendo entrar em vigor um mês após ser publicado no boletim oficial.
Apesar dos esforços para proteger os direitos fundamentais da pessoa "assiste-se ainda a crescentes violações dos direitos humanos no continente africano e em particular na Guiné-Bissau", diz o preâmbulo do diploma, onde se salienta os grandes índices no país de violência doméstica.
As grandes vítimas da violência doméstica na Guiné-Bissau são as mulheres, "devido às condições estruturais de relação de poder entre os géneros", alerta também o documento, que especifica que a partir da lei "a violência doméstica é um crime público" e que pode ser denunciado de qualquer forma e por qualquer pessoa.
De acordo com o documento, compete ao Estado criar medidas para proteger as vítimas de violência doméstica, criar ou incentivar centros de acolhimento e "assegurar o anonimato" dessas vítimas, e assegurar a proteção policial.
Compete ainda ao Estado fazer com que os profissionais de Saúde deem tratamento adequado e privacidade a vítimas de violência doméstica e assegurar-lhes apoio psicológico e psiquiátrico caso seja necessário, e criar um Plano Nacional para prevenir, atender e erradicar a violência doméstica.
Para os agentes de violência a lei estabelece penas diversas, que vão de proibição de frequentar a casa da vítima e indemnizações a prestação de serviços à comunidade e prisão efetiva.
Um crime de violência física simples pode ser punido com pena de prisão até quatro anos e a violência sexual pode dar até 12 anos de prisão. O diploma estabelece agravamentos das penas em certos casos, como por exemplo se o crime for praticado contra menor ou mulher grávida.http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=667619&tm=7&layout=121&visual=49

23 fevereiro 2013

Seminário, 1-Março-2013, 14h

“Falar Claramente Sobre Violência de Género" é um projecto promovido, actualmente, pela Associação O Ninho financiado pelo POPH – PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO. 
EIXO: 9 TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO: 9.7.7
ACÇÃO TIPO: Acções de intervenção no Combate à Violência de Género

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06 fevereiro 2013

Portugal ratifica Convenção de Istambul sobre a Violência Doméstica


            COMUNICADO Nº 33/XII do    Deputado MENDES BOTA

PORTUGAL É O PRIMEIRO ESTADO MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA A RATIFICAR A CONVENÇÃO DE ISTAMBUL

O Deputado Mendes Bota, Relator Geral sobre a Violência Contra as Mulheres, da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, acaba de emitir uma declaração em Estrasburgo, regozijando-se com o facto de Portugal se ter tornado o primeiro Estado membro da União Europeia a completar o processo de ratificação da Convenção para a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e a violência doméstica, também conhecida como Convenção de Istambul.

Esta manhã mesmo, o representante de Portugal junto do Conselho da Europa, Embaixador Luis Filipe Castro Mendes, fez entrega do instrumento de ratificação à Secretária Geral Adjunta daquela instituição europeia, Gabriella Battaini-Dragoni (ver foto anexa).

Portugal segue-se, assim, à Turquia e à Albânia (entregou ontem o seu instrumento de ratificação), tendo Mendes Bota acompanhado, no exercício das suas funções, todas as etapas destes processos de ratificação, tal como está fazendo em outros Estados membros do Conselho da Europa.

Eis o teor integral da declaração produzida pelo parlamentar:

 “Estas duas ratificações mais reforçam a convicção de que a entrada em vigor da Convenção de Istambul será possível em 2013.
Saúdo, por isso, a ratificação da Convenção do Conselho da Europa sobre a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e a violência doméstica pela Albânia, a 4 de Fevereiro, e Portugal, hoje. Espero sinceramente, que se sigam mais Estados nos próximos meses.
Depois da Turquia e da Albânia, Portugal é o primeiro Estado membro da União Europeia a ratificar a Convenção de Istambul, e isso é também um sinal importante. A Convenção é o instrumento internacional mais avançado que lida com a violência de género, e que reconhece que a violência contra as mulheres é uma violação dos direitos humanos e uma forma de discriminação.
As legislações nacionais poderão não estar já totalmente em linha com a Convenção, mas isto não deverá ser usado como justificação para adiar a ratificação, pois há sempre tempo e lugar para aperfeiçoamentos. Por isso, apelo a todos os Estados membros do Conselho da Europa, para aproveitarem este momento e apressarem os seus processos de ratificação. A Convenção entrará em vigor após 10 ratificações, e acredito que todos juntos iremos tornar isso possível em 2013.”

Deputado MENDES BOTA
Lisboa, 5 de Fevereiro de 2013

Eleito em representação da Região do Algarve
Palácio de S. Bento     1249-068 Lisboa
Telef: 213 917 282    Mail:  mendesbota@psd.parlamento.pt
Sítio electrónico: www.mendesbota.com 
 Pelo Gabinete de Apoio
Cristina Robalo – Assistente
Telefone - 213917282

05 dezembro 2011

Campanha Nacional contra a Violência Doméstica

Serviço de Informação às Vítimas de Violência Domestica
Número verde gratuito 800 202 148



Ver CIG Cidadania e Igualdade de Género , e Soroptimistas na TROFA 
Serviço de Informação às Vítimas de Violência Domestica
Número verde gratuito 800 202 148 

04 dezembro 2011

Em memória de Teresa Rosmaninho antiga Presidente da União de Portugal

Serviço de Informação às Vítimas de Violência Doméstica 
Número verde gratuito 800 202 148 


Teresa Rosmaninho, psicóloga clínica,  presidente fundadora do clube Soroptimist International Porto Invicta e antiga presidente da União de Portugal faleceu em Setembro (1955-2011).  A União de Portugal inclui também os Clubes de Caldas da Rainha, Estoril Cascais, Évora, Lisboa Sete Colinas, Lisboa Fundador e Setúbal.


Teresa Rosmaninho tinha um sonho. Sonhava com um mundo sem violência. E trabalhava todos os dias para o construir, mobilizando vontades e recursos e ultrapassando obstáculos.  
Enérgica, bem humorada e dinâmica, ela demonstrava com a sua liderança o melhor dos ideais soroptmistas:  Compreender, Defender, Agir  (Awareness, Advocacy, Action)


Teresa Rosmaninho deixa um trabalho notável na protecção às vitimas de violência doméstica e na defesa dos direitos humanos em Portugal. Em 1994 fundou, através do clube Soroptimist International Porto Invicta, o «Porto de Abrigo», uma casa de apoio a mulheres vítimas de violência doméstica. Foi assessora do Ministério da Justiça e dirigente do projecto INOVAR do Ministério da Administração Interna, destinado a melhorar o atendimento às vítimas de crime, na GNR e PSP e foi autora de uma manual sobre a violência doméstica destinado à comunicação social. 

Sentidos pêsames à sua família e às amigas soroptimistas. 

Foi um privilégio conhecer e trabalhar com Teresa Rosmaninho nos projectos soroptimistas. 
Deixe aqui o seu testemunho e os seus desejos para as soroptimistas em Portugal. 
 

Nascida no Porto, a 25 de Abril de 1955, Teresa Rosmaninho  tinha 56 anos. Ex-assessora do Ministério da Justiça, desenvolveu um extenso trabalho de campo na área social.   Activista dos direitos das mulheres, fundou o “Porto de Abrigo”, casa de apoio no Porto para vítimas de violência doméstica, gerido pela “Soroptimist International Porto Invicta”, de que foi a primeira presidente.
Licenciada em psicologia clínica no Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), fez estudos complementares na Inglaterra, Holanda e Suíça. Auditora de Defesa Nacional, Teresa Rosmaninho foi Técnica Superior do Ministério da Justiça e dirigiu o projecto INOVAR do Ministério da Administração Interna, destinado a melhorar o atendimento, na GNR e PSP, às vítimas de crime. 
Militante do MRPP entre 1973 e 1975, Teresa Rosmaninho era militante do PS desde 2009.
Ver também Rede de casas abrigo não é suficiente , Crime quase sem castigo
Porto24 , Porto Canal , Público
Obituário de Teresa Rosmaninho, JNNotícias de Gaia, A Bola, APMJ, AIDSSP,  testemunhos, Intervenção , Notícias da TrofaConheci Teresa
Soroptimistas na campanha da UNIFEM contra a violência contras as mulheres
Violência doméstica mata mais , Ver CIG Cidadania e Igualdade de Género


Serviço de Informação às Vítimas de Violência Domestica
Número verde gratuito 800 202 148 

25 fevereiro 2011

Mulheres Cabo-verdianas juntas contra a Violência Doméstica, 8-Março, 14h, Carnaxide

A Associação de Mulheres Cabo-verdianas na Diáspora em Portugal (AMCDP) marcam o Dia Internacional da Mulher com uma concentração contra a Violência Doméstica.

Data:    terça-feira, 8 de Março 2011, 14h00
Local:   Largo da Piscina Municipal (rua António Navarro), Outurela, Carnaxide 

Não se esqueça que a sua presença  é imprescindível e que quanto maior for a adesão mais mulheres serão protegidas. Participe e traga uma t-shirt branca.

23 outubro 2010

“Novo Rumo” para as vítimas de violência doméstica

23 de Outubro de 2010
A associação Soroptimist Internacional Clube Porto-Invicta através do projecto “Novo Rumo - para uma vida sem violência”, em parceria com a Junta de Freguesia de Ovar, vai ajudar a criar um Centro de Informação e Acompanhamento a Vítimas de Violência Doméstica, que funcionará numa sala do órgão vareiro.

Carla Azevedo
O Centro de Informação e Acompanhamento a Vítimas de Violência Doméstica (CIA) poderá arrancar já este mês em Ovar.
O Protocolo de Cooperação está a ser celebrado entre a Associação Soroptimist Internacional Clube Porto-Invicta, com base no projecto “Novo Rumo - para uma vida sem violência”, e a Junta de Freguesia de Ovar. Segundo a responsável pela equipa do projecto, Patrícia Correia, o ‘“Novo Rumo - para uma vida sem violência”’ surge da necessidade de criar infra-estruturas que permitam um apoio próximo e constante à mulher vítima de violência doméstica”. Esta consciencialização aparece da experiência adquirida nos projectos “Estrada Larga - caminhos para famílias sem violência” - que, entre muitas acções, promoveu na Junta de Ovar, em Abril do ano passado, uma sessão de informação e sensibilização sobre violência doméstica -, e “Porto d’Abrigo” (residência temporária para mulheres e crianças vítimas de violência doméstica). Nesse sentido, o “Novo Rumo - para uma vida sem violência” pretende ajudar a criar Centros de Informação e Acompanhamento de Vítimas de Violência Doméstica em Juntas de Freguesia e outras instituições dos três distritos abrangidos pelo projecto - Aveiro, Braga e Porto -, “distritos estes que apresentaram cerca de 34 por cento do total nacional de ocorrências de violência doméstica registadas pela PSP e GNR”, referiu Patrícia Correia.
Ao “Novo Rumo - para uma vida sem violência” caberá, como explicou a responsável pela equipa, “a consultoria necessária para o bom funcionamento do centro a criar (sensibilização, transferência de ‘know-how’, atendimento acompanhado, implementação de manuais de procedimento e qualidade”. A associação compromete-se assim a facultar gratuitamente consultoria técnica especializada na área de violência doméstica aos técnicos da Junta de Ovar envolvidos no centro, a providenciar os materiais necessários à divulgação do CIA, e a acompanhar e apoiar o funcionamento do centro através da presença de uma técnica do projecto. Além de garantir a frequência gratuita de seminários ou reuniões de aperfeiçoamento dos serviços de técnicos da Junta de Ovar e de instituições locais da freguesia, o projecto vai facilitar igualmente o acesso a documentação técnica na área da violência doméstica aos técnicos da Junta de Ovar e fornecer os suportes documentais e estatísticos necessários à avaliação do projecto.
À Junta de Freguesia de Ovar, como esclareceu Esmeralda Souto, compete a cedência gratuita de uma sala para funcionamento do CIA e assegurar os recursos humanos da Junta necessários à correcta actividade do centro. O protocolo institui também que a Junta deverá garantir a divulgação do CIA nos locais da freguesia em que tal se justifique e facilitar o acesso dos técnicos do projecto “Novo Rumo” a líderes da co-munidade, que aceitem contribuir para a divulgação dos serviços prestados pelo CIA, nomeadamente encaminhando para este as pessoas que necessitem de informação ou apoio na área da violência doméstica. Cabe ainda ao órgão vareiro facilitar a deslocação dos técnicos da Junta de Ovar responsáveis pelo exercício do CIA ao Centro Piloto de Infor-mação e Acompanhamento de Vítimas de Violência Doméstica, localizado na Junta de Freguesia de Oliveira do Douro (concelho de Vila Nova de Gaia), ficando as despesas inerentes a cargo da Junta de Ovar. A entidade vareira terá ainda de assegurar as normas de confidencialidade e segurança dos processos de informação e atendimento, sem prejuízo do acesso à informação por outros serviços do Estado, bem como manter e actualizar os registos documentais e estatísticos neces-sários à avaliação do projecto “Novo Rumo”.

“CADA VEZ MAIS EM OVAR EXISTEM PROBLEMAS DE NATUREZA SOCIAL QUE TEMOS DE RESOLVER”
“Fomos contemplados com o projecto ‘Estrada Larga’ e tivemos na Junta de Freguesia uma acção de formação. Isso foi bom para pôr o projecto ao serviço das populações. Depois entretanto o ‘Estrada Larga’ deu origem ao ‘Novo Rumo’ e a Patrícia Correia continuou a desafiar-nos para a situação. Nós, como sempre, voltámos a dizer que estávamos interessados, daí termos já o protocolo para assinatura”, pormenorizou Esmeralda Souto. Neste momento, a única dificuldade da Junta de Ovar, e por isso “o projecto ainda não ter sido concretizado a 100 por cento”, salientou a presidente, tem a ver com “o problema de ter uma assistente social que nos possa prestar apoio, porque não interessa estarmos com uma coisa apenas no papel. Nós queremos que efectivamente ao criarmos o centro seja realmente para que isso possa funcionar. É um projecto que nós temos estado a ver para pegarmos nele com pés e cabeça”.
Para Esmeralda Souto “cada vez mais em Ovar existem pro-blemas de natureza social que temos de resolver. E o problema da violência doméstica é um deles”. E garantiu: “Não tenho dúvidas que este projecto vai mesmo funcionar. Vai permitir que, tendo uma sala na Junta de Ovar, as pessoas possam ter realmente alguém para as ajudar, apoiar, orientar e informar quando tiverem problemas de violência doméstica. Ao mesmo tempo não é só preencher o inquérito e dizer que temos mais uma vítima de violência doméstica, tem que haver acompanhamento”. Na tentativa de encontrar uma solução, uma vez que “a Junta de Ovar não tem possibilidades que permitam admitir uma  assistente social”, Esmeralda Souto pondera a hipótese de recorrer ao Centro de Emprego e de Formação Profissional de Aveiro para conseguir alguém que esteja numa situação de poder fazer um estágio.
A presidente da Junta esclareceu ainda que o acompanhamento às vítimas poderá traduzir-se num apoio jurídico: “Há pessoas que precisam de apoio jurídico, alimentar e monetário, mas também necessitam de um emprego, ou, pelo menos, de arranjar um rendimento mínimo de inserção”.
Com o objectivo de informar a população, Esmeralda Souto espera divulgar o CIA através das escolas, associações de pais, instituições, padres e, talvez, por meio do recenseamento eleitoral, enviando uma carta às mulheres acerca do novo centro.
O projecto “Novo Rumo” já está funcionar nas Juntas de Freguesia de Oliveira do Douro (Vila Nova de Gaia), Lavra (Matosinhos), Baguim do Monte (Gondomar), Massarelos (Porto) e termina a 31 de Março de 2006.

Projecto co-financiado pelo Estado e pela União Europeia
O Soroptimist Internacional é a mais antiga organização não governamental de mulheres profissionais, com estatuto consultivo nas Nações Unidas e representação no Conselho da Europa. O Soroptimist Internacional Clube Porto-Invicta surgiu a 8 de Abril de 1994 e optou, desde a sua constituição, pelo trabalho focado na questão da violência contra as mulheres e seus filhos, em particular a que ocorre na família.
O projecto “Novo Rumo - para uma vida sem violência” é uma iniciativa aprovada pela Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres/Presidência do Conselho de Ministros e co-financiado pelo Estado português e pela União Europeia - Fundo Social Europeu.
Ao que o PRAÇA PÚBLICA apurou, junto da responsável da equipa, uma outra área de intervenção do projecto prende-se com a Definição de Políticas Institucionais e Normativos de Acção em médias/grandes empresas e outras instituições de grande dimensão. O projecto pretende, com isto, proporcionar a adopção de políticas de cariz formal relativas à violência doméstica, consubstanciadas na organização de eventos sobre esta temática e na criação de estruturas de apoio e encaminhamento a vítimas. Da mesma forma, pretende-se providenciar apoio directo a programas de combate à violência doméstica.
Apesar de a informação ser bastante importante para a prevenção primária no domínio da violência doméstica, torna-se essencial a aposta na criação de métodos de resolução deste problema. Assim sendo, o “Novo Rumo - para uma vida sem violência” prevê a criação de casas abrigo/apartamentos de transição por iniciativa das Câmaras Municipais, e em eventual parceria com outras instituições da sociedade civil, públicas e/ou privadas.
 Fonte: 
http://www.pracapublica.com/?lop=artigo&op=642e92efb79421734881b53e1e1b18b6&id=f64b2463cf1dba199491c885dff932f3

04 maio 2010

Violência doméstica em Portugal aumentou 10,1% em 2009

Violência doméstica é o quarto crime mais registado em Portugal

Só em 2009, as forças de seguranças registaram mais de 30 mil participações de violência doméstica. Um número que representa um aumento de 10,1% face a 2008.
Lisboa, Porto, Setúbal, Aveiro e Braga são os distritos onde se registaram mais episódios de violência doméstica, o que revela uma clara distinção entre a zona litoral e o interior. Pela primeira, o DGAI foi ao pormenor de identificar as comarcas onde este crime tem maior taxa de prevalência, como São João da Madeira, Porto, Espinho e Sintra.

A violência doméstica passou a ser crime público em 2000.  CADA UM DE NÓS e perante a impossibilidade da vitima o fazer, deve comunicar ás autoridades os factos de que temos conhecimento. PODEMOS SALVAR VIDAS basta fazê-lo por telefone e dar os contactos da vitima e todos os elementos possíveis de identificação do agressor.

Fonte:  Expresso, Público

23 abril 2010

Sem Viloência Familiar - formação para o apoio a vítimas, 7-Maio-2010

No âmbito da implementação do Plano Nacional de Saúde Mental, aprovado na Resolução de Conselho de Ministros nº 49/2008, a Coordenação Nacional para a Saúde Mental (CNSM) do Alto Comissariado da Saúde, em parceria com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e o  Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra, irá iniciar em Maio de 2010 um programa que visa a promoção da prestação de cuidados na área da violência familiar/conjugal pelos Serviços Locais de Saúde Mental. Este programa designado de “SEM Violência Familiar”, consistirá, numa fase piloto, numa acção de sensibilização e uma acção de formação a realizar nas regiões do Norte e de Lisboa e Vale do Tejo.

Sessão de Sensibilização
Data:   7 -Maio-2010,  9h30 às 17h
Lugar: Auditório do IPJ em Moscavide, sito Via de Moscavide 47 101 (na zona norte da Expo a 300m da Estação Gare do Oriente. Autocarros - 5, 10, 25, 44, 114 e 208)
Destinatários: Profissionais das equipas de saúde mental
A sessão é gratutita, mas a incrição é obrigatória, dia 3 de Maio por fax ou email para semviolenciafamiliar@acs.min-saude.pt 

11 fevereiro 2010

Congress sobre Violência nas Relações de Intimidade, Coimbra, Maio 2010

Congresso Internacional "Violência nas Relações de Intimidade":
(O)Usar Caminhos em Saúde"
Data: 17, 18, 19 Maio 2010
Organização: ES Emfermagem, Coimbra

No âmbito do projecto “(O)USAR & SER LAÇO BRANCO”, a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra está a organizar um Congresso Internacional intitulado "Violência nas Relações de Intimidade: (O)Usar Caminhos em Saúde",
Mais informações sobre este evento podem ser obtidas na página www.esenfc.pt/event/event/home/index.php?target=home&event=53&defLang=1
na qual poderão ter acesso a toda a informação relacionada com o Congresso, nomeadamente o programa, inscrições e submissão de abstracts.
Contacto:  lacobranco@esenfc.pt

14 dezembro 2009

Rede de casas-abrigo não é suficiente

Violência doméstica: Rede de casas-abrigo não é suficiente
A rede oficial de casas-abrigo para vítimas de violência doméstica, que conta, actualmente, com 36 edifícios, não é suficiente para o número de casos de mulheres e crianças que precisam sair de casa para fugir ao sofrimento diário.
De acordo com a edição deste domingo do Público, vice-presidente da Comissão para a Cidadania e para a Igualdade de Género (CIG), Manuel Albano, não diz que é suficiente nem que é insuficiente, limitando-se a afirmar que estão preenchidas «97% das vagas» e que o país se socorre de «comunidades de inserção».
Além da comunidade de inserção da Associação de Moradores de Lameiras, a do Centro de Apoio à Vida, a da Cáritas de Coimbra, a da Casa de Sant´Ana, a do Centro Social e Paroquial de S. Lázaro, a da Comunidade Juvenil S. Francisco de Assis, a da Fundação Bissaya Barreto, a do Lar Divino Salvador, a do Lar Madre Sacramento, por vezes, hospedarias e pensões têm também de acolher as vítimas, que fugiram de casa, muitas vezes, apenas com a roupa do corpo.
«O Conselho da Europa fez um documento programático e essa deverá ser a nossa referência», defende Maria Macedo, da Associação de Mulher contra a Violência, sublinhando que deve haver uma casa-abrigo para cada dez mil habitantes. Teresa Rosmaninho, da Soroptimist International, argumenta, por seu lado, que as respostas devem ser diversificadas, entre centros de acolhimento de emergência, casas-abrigo, casas-abrigo de alta segurança e apartamentos de transição.
«As vagas desta rede, que, ao fim e ao cabo, é pública, porque, apesar de formada por casas geridas por organizações não governamentais, é financiada pelo Estado, chegam», garante a Secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Contudo, as associações afirmam que não é isso que se verifica no terreno, especialmente a nível do interior, onde quase não existem este tipo de organismos.
As vítimas têm, muitas vezes, de mudar de zona, «precisam de refazer a vida, eventualmente, de aumentar a escolaridade, de fazer formação», explica Maria José Magalhães, da União de Mulheres Alternativa e Resposta. Apesar de tudo, Elza Pais está sintonizada com esta necessidade e já afirmou que «as casas que vierem a ser construídas terão de ser no interior».
«Algumas instituições não percebem o que é uma casa-abrigo, pensam que é igual a um lar de terceira idade ou a um centro de ocupação de tempos livres», diz Magalhães, questionando ainda a qualidade destas instituições.
«Tem de haver uma equipa técnica multidisciplinar e especializada», remata Rosmaninho.
Teresa Rosmaninho foi a Presidente-fundadora do Clube Soroptimist International Porto Invicta
Crime (quase) sem castigo
Público - Casas-abrigo para mulheres e crianças não chegam para as encomendas

11 novembro 2009

Linha de Emergência Social 144 acode

A Linha Nacional de Emergência Social (LNES 144), que funciona 24 horas por dia, recebeu no último ano 18 438 pedidos de apoio em todo o país, quase metade dos quais relacionados com violência doméstica, quer física quer psicológica.
Fonte: RR

Em dez dias, cinco mulheres foram assassinadas pelos companheiros ou ex-companheiros em Portugal...
As próprias mulheres nem sempre conseguem avaliar o risco...
Fonte: Público

28 janeiro 2009

Lei vai proteger vitimas de violência doméstica

O projecto-lei de prevenção da violência doméstica aprovado em Conselho de Ministros a 15-Janeiro-09 cria o estatuto de “vítima da violência doméstica” e prevê o recurso a meios de controlo à distância do agressor, arguido ou condenado; consagra a natureza urgente dos processo de violência doméstica, incluindo apoio judiciário e medidas urgentes de protecção nas 48 horas subsequentes à notícia de um crime. Assegura também a prestação de assistência directa à vítima por parte de técnicos especializados, bem como a existência de gabinetes de atendimento e tratamento clínico no SNS.

Com o projecto-lei, que vai agora à Assembleia da República, pretende-se prevenir e reprimir a violência doméstica e apoiar e promover a autonomia e condições de vida dignificantes às vítimas de violência doméstica.

Para a prevenção da violência e a protecção das vitimas, é mobilizada uma “rede nacional de apoio às vítimas de violência doméstica” que incorpora as casas de abrigo, os centros de atendimento, os grupos de ajuda mútua, as forças policiais e as autoridades autárquicas locais, procurando maior eficácia através da proximidade.

A violência doméstica é um frequentemente um crime escondido e quase sempre envergonhado.
Com a nova lei, a vitima pode ganhar coragem para "dizer não à violência" ao saber que pode contar com mais apoios e protecção do agressor.

VER http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT
Crime: http://antoniopovinho.blogspot.com/2008/10/mais-um-crime-passional.html
Crime: http://antoniopovinho.blogspot.com/2008/06/homicdio-na-pvoa-da-pegada-4.html
Ver Manual para os media sobre Violência Doméstica, http://manualmediavd.blogspot.com/
Linha da Emergência Social 144 LNES

02 novembro 2008

Soroptimistas juntam-se à campanha "NÃO à violência contra as mulheres"


Diga NÃO à violência contra as mulheres

Visite http://www.rocketxl.com/unifem/ e junte o seu nome à campanha da UNIFEM de reunir um milhão da assinaturas até 25-Novembro-08 numa petição a apresentar às Nações Unidas pelo fim da violência contra as mulheres.

Porque é importante aderir à campanha de um milhão de assinaturas contra a violência contra as mulheres?

Para dar voz às mulheres que vivem em medo e desespero e às mulheres que sucumbiram às mãos dos companheiros. Por todas as mulheres, que todas têm o direito a uma vida sem violência

Go to Say NO to violence against women
http://www.saynotoviolence.org/index_es.htm
Linha de Emergência Social 144