23 janeiro 2010

Associações femininas formam empreendedoras com apoio do POPH

Secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais, preside, sexta-feira, dia 22 de Janeiro 2010 à cerimónia de assinatura dos Contratos aprovados no âmbito do 2.º Concurso para financiamento de projectos de Empreendedorismo Feminino, enquadrados no Eixo 7 – Igualdade de Género, do Programa Operacional do Potencial Humano (POPH) do QREN.

Estes projectos visam: promover estratégias de apoio ao empreendedorismo das mulheres, incentivar o associativismo e a criação de redes, favorecendo o auto emprego, a capacidade empresarial e a qualidade da participação feminina na vida activa.
Estas iniciativas permitem, ainda, dar visibilidade à implementação de planos para a igualdade no contexto das associações empresariais, reforçando a sensibilização das empresas na área da Responsabilidade Social em termos de políticas para a igualdade.

No âmbito da medida 7.6 do POPH - Apoio ao empreendedorismo, associativismo e criação de redes empresariais de actividades económicas geridas por mulheres, foram aprovados 53 projectos, representando um investimento na ordem dos 7 200 000 euros, os projectos têm a duração máxima de 36 meses.
Na medida 7.2 do POPH - Planos para a Igualdade, foram aprovados 15 projectos, representando um investimento na ordem dos 1 300 000 euros, os projectos têm a duração máxima de 24 meses.

A cerimónia no Salão Nobre da Câmara Municipal de Barcelos conta também com a presença Secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional, Valter Lemos, do Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, do Governador Civil de Braga, Fernando Moniz, do Vice-Presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, Manuel Albano, e das várias Associações apoiadas

Na actual conjuntura económica, o desemprego feminino é ainda mais alto. As mulheres que procuram emprego por conta de outrem podem mais facilmente encontrar oportunidades trabalho por conta própria. Mas estas oportunidades exigem maiores capacidades de iniciativa, de organização e sobretudo de promoção comercial, pois o empresário tem de angariar clientes todos os dias. Estes cursos de empreededorismo servem para treinar as novas empresárias e para apoiar o processo de desenvolvimento do seu negócio no âmbito de redes associativas de apoio mútuo.

Fonte: Portal do Governo, Portal da Igualdade

20 janeiro 2010

Parabéns à Assomada pelo Prémio Responsabilidade Social


O trabalho comunitário da Associação de Solidariedade Social Assomada,
com sede em Outurela, Carnaxide, foi reconhecido com o
Prémio de Responsabilidade Social na I GALA da
Associação Mais Portugal Cabo Verde.

Uma grande claque de amigos estêve presente para ajudar a Assunção Fernandes a festejar este reconhecimento, incluindo Mariana Abrantes de Sousa, presidente cessante do Clube Soroptimist Internacional Estoril Cascais.







O prémio foi entregue por Rosário Farmhouse, a Alta Comissária para a Imigração e o Diálogo Intercultural, ACIDI no evento que se realizou a 18 de Janeiro de 2010, no Coliseu dos Recreios em Lisboa.



Num espectáculo apresentado por Maria João Silveira e transmitido em directo pela RTP-África, com apresentações de músicos como Boss AC; Miguel Ângelo; Rui Veloso; Miguel Gameiro; Tito Paris e Sandra Horta, entre muitos outros convidados.

Neste evento foram também atribuídos os Prémios Mais Portugal-Cabo Verde, da autoria da Pintora Graça Morais, aos nomeados seleccionados pelo júri presidido pelo Dr. João Bosco Mota Amaral, nas categorias de Cultura; Desporto; Empreendedorismo; Responsabilidade Social; Prestígio 2009 e Prémio Carreira.

Assunção Fernandes, presidente da Associação Assomada desde 2005, agradeceu a distinção e recordou que a organização funciona ainda com uma estrutura baseada no voluntariado, que recorre única e exclusivamente ao trabalho voluntário de quem acredita que a integração social é um investimento no futuro.

Ela ofereceu o prémio a todos os que ao longo destes perto de vinte anos, desde o início no bairro da Pedreira dos Húngaros em Linda-a-Velha, têm acreditado no trabalho da ASSOMADA, têm dado o seu melhor, têm lhe confiado os filhos e permitido que pelo desporto, nomeadamente pelo andebol, muitas crianças e jovens tenham criado hábitos de disciplina, objectivos e sonhos que os acompanharão pela vida fora.

O andebol é, de facto, o lado mais vísivel da ASSOMADA mas também se desenvolvem outras activadades, como a dança - Grupo de Dança Rabentolas, a música tradicional de Cabo Verde - Grupo de Ferro Gaita Raizz di Funaná e Grupo de Batucadeiras Raizz di Terra. Tem havido também projectos pontuais como o "Regresso às Origens", em que um grupo de 21 idosos caboverdianos regressaram à terra de onde haviam partido há mais de 25 anos. Nestas iniciativas a ASSOMADA, marcado presença e determinação.

"A vocês todos, que directa ou indirectamente nos têm apoiado e que acreditam no trabalho que diariamente desenvolvemos no pavilhão, na sala de estudo, em viagem por esse país fora, escutando, abraçando, ralhando e criando caminhos com os nossos jovens MUITO OBRIGADA e BEM HAJAM." Assunção Fernandes

O Clube Soroptimist International Estoril Cascais, que acompanha e apoia o programa de andebol feminino da Associação Assomada, oferece parabéns a todas as equipas da Assomada, desde a Equipa Técnica até às Infantis por este merecido prémio! As equipas da Assomada treinam no Pavilhão Carlos Queiroz in Carnaxide.

The Soroptimists of the Club of Estoril Cascais are proud to support the work of Assomada to Assunção Fernandes and the Assomada Association who received the Social Responsability prize for their work of with the Handball program for young girls of Cape Verdian origin Carnaxide, Portugal.
We extend our congratulations to Assomada Association for this distinction which was part of the I Gala Portugal Mais Cabo Verde which took place in the Coliseu de Recreios in Lisbon on 18-January-2010.

VER
http://noticias.sapo.cv/info/artigo/1041767.html
http://associacaoassomada.blogspot.com/
http://www.acidi.gov.pt/modules.php?name=News&file=article&sid=3116
TVI
http://noticias.sapo.cv/info/artigo/1044672.html
Ver também projecto Soroptimist no Mindelo e Cabo Verde em PPP Lusofonia

03 janeiro 2010

Revistas Femininas Reconhecem Mulheres Excepcionais

A Revista LUX convida-nos a votar até 13-Janeiro-2009:
VOTE NA SUA PERSONALIDADE PREFERIDA E GANHE PRÉMIOS! A Lux escolheu 13 categorias e o júri nomeou três personalidades femininas em cada uma das áreas. Existirá apenas uma vencedora por cada categoria e essa votação será feita por si, via telefone ou através do site Lux.pt. As suas eleitas serão conhecidas no dia 22 de Janeiro, na edição nº508 da revista Lux e em Lux.pt.
VOTAR Por TELEFONE: a cada nomeada corresponde um número de 01 a 39. Para votar na nomeada correspondente à sua escolha, ligue 760108001 e siga as instruções da operadora. Custo de participação: 0,72€ (IVA incluído).
VOTAR na Internet: http://www.lux.iol.pt/votacao/nomeadas/inicio

A Revista ACTIVA convida-nos a nomear candidatas para o Prémio Mulher ACTIVA 2009 destinado a reconhecer as mulheres que se destacaram pelas suas obras ou realizações em prol da sociedade portuguesa. Candidaturas até 22-Janeiro-2010.
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?contentid=A217788A-601D-46BE-9FFE-9B097A873EAE&channelid=7E71D51A-8571-4D69-B668-896EF228F60A

14 dezembro 2009

Rede de casas-abrigo não é suficiente

Violência doméstica: Rede de casas-abrigo não é suficiente
A rede oficial de casas-abrigo para vítimas de violência doméstica, que conta, actualmente, com 36 edifícios, não é suficiente para o número de casos de mulheres e crianças que precisam sair de casa para fugir ao sofrimento diário.
De acordo com a edição deste domingo do Público, vice-presidente da Comissão para a Cidadania e para a Igualdade de Género (CIG), Manuel Albano, não diz que é suficiente nem que é insuficiente, limitando-se a afirmar que estão preenchidas «97% das vagas» e que o país se socorre de «comunidades de inserção».
Além da comunidade de inserção da Associação de Moradores de Lameiras, a do Centro de Apoio à Vida, a da Cáritas de Coimbra, a da Casa de Sant´Ana, a do Centro Social e Paroquial de S. Lázaro, a da Comunidade Juvenil S. Francisco de Assis, a da Fundação Bissaya Barreto, a do Lar Divino Salvador, a do Lar Madre Sacramento, por vezes, hospedarias e pensões têm também de acolher as vítimas, que fugiram de casa, muitas vezes, apenas com a roupa do corpo.
«O Conselho da Europa fez um documento programático e essa deverá ser a nossa referência», defende Maria Macedo, da Associação de Mulher contra a Violência, sublinhando que deve haver uma casa-abrigo para cada dez mil habitantes. Teresa Rosmaninho, da Soroptimist International, argumenta, por seu lado, que as respostas devem ser diversificadas, entre centros de acolhimento de emergência, casas-abrigo, casas-abrigo de alta segurança e apartamentos de transição.
«As vagas desta rede, que, ao fim e ao cabo, é pública, porque, apesar de formada por casas geridas por organizações não governamentais, é financiada pelo Estado, chegam», garante a Secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Contudo, as associações afirmam que não é isso que se verifica no terreno, especialmente a nível do interior, onde quase não existem este tipo de organismos.
As vítimas têm, muitas vezes, de mudar de zona, «precisam de refazer a vida, eventualmente, de aumentar a escolaridade, de fazer formação», explica Maria José Magalhães, da União de Mulheres Alternativa e Resposta. Apesar de tudo, Elza Pais está sintonizada com esta necessidade e já afirmou que «as casas que vierem a ser construídas terão de ser no interior».
«Algumas instituições não percebem o que é uma casa-abrigo, pensam que é igual a um lar de terceira idade ou a um centro de ocupação de tempos livres», diz Magalhães, questionando ainda a qualidade destas instituições.
«Tem de haver uma equipa técnica multidisciplinar e especializada», remata Rosmaninho.
Teresa Rosmaninho foi a Presidente-fundadora do Clube Soroptimist International Porto Invicta
Crime (quase) sem castigo
Público - Casas-abrigo para mulheres e crianças não chegam para as encomendas

12 dezembro 2009

Participe na luta contra o cancro da mama em Portugal

Tal como outras formas de cancro, o cancro da mama é um aglomerado de células originárias que tomaram um comportamento irregular causando tumores nos orgãos. Quando não diagnosticado a tempo, o tumor espalha-se pelo organismo, tornando-se o seu combate bastante mais complexo.

Cancro da mama em Portugal : Uma em cada 11 mulheres em Portugal irá ter cancro da mama. Por isso, o cancro da mama é o cancro com maior taxa de incidência em Portugal.

Anualmente surgem cerca de 4500 novos casos.
A taxa de incidência do cancro da mama está a aumentar de ano para ano.
Cerca de 1500 mulheres morrem todos os anos em Portugal devido ao cancro da mama.
Mais de 90% dos cancros da mama são curáveis, se forem detectados a tempo e tratados correctamente.

O cancro da mama aumentou de forma muito significativa nas últimas três ou quatro décadas do século XX, sobretudo nos chamados países desenvolvidos. Sendo a forma de cancro mais frequente na mulher, raramente surge antes dos 30 anos de idade, aumentando significativamente a partir dos 45 anos e principalmente depois dos 60 anos.

A Laço é uma associação portuguesa sem fins lucrativos, criada em Outubro 2000, com o objectivo de ter um impacto significativo na prevenção, diagnóstico e tratamento do cancro da mama no nosso país através de campaNegritonhas de informação e de angariação de fundos, como formas de apoio ao diagnóstico precoce e ao tratamento do cranco da mama.
Ver as campanhas Dias Cor-de-Rosa e Fashion Targets em
http://www.laco.pt/, http://associacaolaco.blogspot.com/

Teve cancro da mama?
Pode participar num estudo Linkpara um doutoramento em Psicologia da Saúde?
O estudo, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, está a decorrer no Instituto Superior de Psicologia Aplicada, e tem o título: “Stress e crescimento pós traumático: Estudo longitudinal do ajustamento em mulheres sobreviventes ao cancro de mama”.
Contacte IAlvarez@ispa.pt

Aqui fica um conselho de uma sobrevivente a todas as mulheres:
Façam o rastreio do cancro da mama e, em caso de dúvida, não facilitem.
Afinal, amanhã pode ser tarde de mais.
Liga Portuguesa Contra o Cancro, http://www.ligacontracancro.pt/
Linha Cancro: tel. 808 255 255, linhacancro@ligacontracancro.pt

11 novembro 2009

Linha de Emergência Social 144 acode

A Linha Nacional de Emergência Social (LNES 144), que funciona 24 horas por dia, recebeu no último ano 18 438 pedidos de apoio em todo o país, quase metade dos quais relacionados com violência doméstica, quer física quer psicológica.
Fonte: RR

Em dez dias, cinco mulheres foram assassinadas pelos companheiros ou ex-companheiros em Portugal...
As próprias mulheres nem sempre conseguem avaliar o risco...
Fonte: Público