05 outubro 2012

Dress for Success Lisbon procura voluntárias


Dress for Success

VESTIDAS para VENCER! 

A Dress for Success é uma organização que funciona com base na ajuda voluntária, e depende do apoio da comunidade para desenvolver programas e serviços para mulheres economicamente desfavorecidas.

Abaixo encontras alguns exemplos de formas como pode colaborar e ajudar a Dress for Success nas seguintes funções. 

Atendimento personalizado  Os voluntários podem prestar um serviço directo às nossas clientes, ajudando-as a seleccionar o seu guarda-roupa profissional, dando-lhes o apoio e a coragem para uma entrevista de emprego de sucesso.
Assim que a mulher é empregada, ela regressa à Dress for Success para construir um maior guarda-roupa necessário para manter a usa imagem junto da entidade empregadora.

Os voluntários são essenciais nesta segunda visita das mulheres. Asseguram que elas escolhem itens adequados que podem ser misturados de forma a criar vários conjuntos apropriados para o emprego.
Ser "Personal Shopper" é uma função bastante compensadora, fazendo com que a auto-estima e confiança desta mulheres aumente ao sair da nossa "boutique"!

Especialista do Centro de Carreira
Ao trabalhar no programa do centro de carreira, os voluntários têm a oportunidade de: apoiar as mulheres na procura de trabalho; revisão e edição de currículos e cartas de apresentação; pesquisar informações sobre a possível entidade empregadora e oferecer dicas para a entrevista.

Os voluntários do Centro de Carreira encontram-se com as clientes da Dress for Success dentro de um horário estabelecido, no nosso escritório e consoante a sua disponibilidade durante a semana e aos sábados. No Centro, também se continua a dar assistência às clientes, mesmo quando a carreira começa a crescer, desenvolvendo e complementando com outras oportunidades que surjam.

Orador no Programa PWG / Programa de Desenvolvimento Profissional 
São necessários oradores para o Programa de Desenvolvimento Profissional, são seminários onde se discute e desenvolve-se tópicos como comunicação no local de trabalho, gestão de tempo, gestão de bens financeiros, impostos, equilíbrio entre trabalho e casa /família.
Apresentações de uma hora, precedida por um período de perguntas e respostas.

Falar nestes seminários é uma forma fantástica para conhecer mulheres motivadas que pretendem desenvolver ferramentas profissionais e progredir na carreira profissional.

Doação de Roupa 
Qualquer pessoa pode doar roupa e acessórios, novos ou quase novos, apropriados para entrevistas de empregos.
Há sempre uma necessidade particular de tamanhos maiores de roupa, sacos de mão/ pastas e sapatos.

Mercado de Salto Alto
5,6 e 7 de Outubro 
Centro Social Laura Alves
Travessa do Moinho de Vento 
ao Campo Mártires da Pátria

Faça download do formulário de inscrição aquiDepois de preenchido envie para o email lisbon@dressforsuccess.org  
VER Perguntas Frequentes  e respostas 
http://www.dressforsuccess.org/affiliate.aspx?sisid=249&pageid=1
Para fazer doações http://www.dressforsuccess.org/affiliate.aspx?sisid=249&pageid=22
Mercado de Salto Alto https://www.facebook.com/media/set/?set=a.419130068149012.99729.224299217632099&type=1
Apoios:  Junta de Freguesia de São José 

Mutilação genital afecta metade das mulheres da Guiné-Bissau


Crianças são excisadas às escondidas

Mutilação genital afecta metade das mulheres da Guiné-Bissau

A Mutilação Genital Feminina afecta 50 por cento das mulheres na Guiné-Bissau, um ano depois de aprovada uma lei que a proíbe, alertou nesta quarta-feira em Bissau o ministro da Saúde do Governo de transição, Agostinho Cá.
  • 03 Outubro 2012

Não é admissível que a cultura seja utilizada como justificação para o sofrimento de parte da população", disse o ministro, na abertura da 'Conferência Islâmica para o abandono da mutilação genital feminina', que durante dois dias junta em Bissau especialistas sobre a prática, muito comum especialmente em África.
Domingas Gomes, presidente de uma organização não-governamental (Sini Mira Nassique) que há mais anos luta contra a prática da excisão na Guiné-Bissau, concorda com o número apresentado pelo ministro, exponenciado pela presença de populações de países vizinhos.
Num inquérito feito pela ONG no ano passado resultou que 44,5 por cento das mulheres guineenses eram mutiladas, mas neste momento a responsável acha que pode ser 50 por cento, "por causa de pessoas dos países vizinhos que estão a excisar as suas crianças às escondidas".
Também presidente do projecto DJINOPI (Djintis nô pintcha, que em português quer dizer "Pessoal, vamos em frente"), que junta organizações que lutam contra a excisão genital feminina e que é apoiada pelo WFD (Weltfriedensdienst, Serviço Comunitário para a paz mundial, de origem alemã), Domingas Gomes garante: apesar da lei que a proíbe, a excisão continua a ser feita na Guiné-Bissau.
"Sabemos que não há aquele número de barracas (para praticar a excisão) como antes, mas continuam a fazer a excisão feminina às escondidas", e agora "de forma muito mais perigosa" porque sem controlo, disse a responsável, considerando que a lei (de Setembro de 2011) é importante mas que o "trabalho essencial" é a sensibilização das comunidades.
"Se têm conhecimentos vão deixar de fazer mas por causa da lei não estão a cumprir. Só com a lei vão continuar a fazer aquilo que querem, porque mutilar uma criança no seu quarto ninguém vai saber. O pilar mais forte é consciencializar", advertiu.
Por isso, considerou que é importante trabalhar com os líderes religiosos, que "são pessoas credíveis nas suas comunidades". E esse é o objectivo da conferência que hoje começou, apoiada pelo DJINOPI mas também pela TARGET, outra organização não-governamental alemã que luta contra a mutilação, pelas Nações Unidas e pelo Conselho Superior dos Assuntos Islâmicos da Guiné-Bissau.
Nela vão participar, ao longo de dois dias, nomes como Mohamed Shama, professor de estudos islâmicos no Egipto, Mahamadou Diallo, presidente da Associação Maliana para a Paz e Saúde, Muhamadou Sanuwo, imã gambiano, ou Ousmane Sow, da Rede Islâmica e da População, do Senegal.
Pela TARGET-Direitos Humanos estão Tarafa Baghajati (consultor) e o próprio presidente da organização, Ruediger Nehberg. E também Tcherno Embaló, presidente do Conselho Superior dos Assuntos Islâmicos na Guiné-Bissau, e Malam Djassi, vice-presidente do Comité Nacional para o Abandono das Práticas Nefastas contra a Mulher e a Criança.

01 outubro 2012

Cooperatives do it better


2012 has been declared by the United Nations as the International Year of Cooperatives recognizing the contribution of cooperatives to socioeconomic development, mainly their impact on poverty reduction, employment generation and social integration.
With  the theme “Cooperative Enterprises Build a Better World”, the UN aims to promote the development and establishment of cooperatives across the globe.

SIE encourages Soroptimists worldwide to advance cooperatives and raise awareness of their contribution to social and economic development as well as encourage the creation and growth of
cooperatives, especially women’s cooperatives.

For more information, please visit http://social.un.org/coopsyear/
Source: http://www.soroptimist.it/public/Programme-News-January-2012.pdf

Soroptimistas mostram projectos


As Governadoras Helena Monteiro de Castro e Ana Gonçalves Silva apresentaram um poster com alguns dos projectos soroptimistas em Portugal na Reunião de Governadoras da federação Soroptimist International Europe em Julho 2012 em Budapest.

Ver SIE Program News http://www.soroptimist.it/public/Programme-News-January-2012.pdf

Livro Lisboa em tempo de Guerra


Lisboa, uma cidade em tempo de Guerra, de Margarida Magalhães Ramalho

Apresentação a 4 de Outubro, pelas 18h30 - Biblioteca da Imprensa NacionalDurante a II Guerra Mudndial,  a cidade foi invadida por refugiados das mais variadas origens, desde gente simples a casas reais em exílio. Durante este período Lisboa foi também palco de espionagem internacional e guerras de propaganda. Longe de ser exaustivo, este livro, editado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, livro abre caminho para investigações mais aprofundadas. "Enquanto investigadora, andei durante anos de volta de documentação relacionada com a passagem de refugiados em Portugal durante a II Guerra Mundial. Desse trabalho surgiu, entre outras coisas, o Museu Virtual Aristides de Sousa Mendes, uma iniciativa exclusivamente da sociedade civil e que está on line há alguns anos (http://mvasm.sapo.pt/ ). Talvez por isso, fui, em 2011, convidada pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda para organizar um livro que abordasse a temática da espionagem internacional durante o último conflito mundial. Não sendo esse o meu campo de investigação, contrapropus um livro que apresentasse Lisboa durante os anos da guerra, já que, por força das circunstâncias, a esquecida e provinciana capital portuguesa, tinha-se tornado, no porto de esperança que todos queriam alcançar. Por essa razão, por aqui passarão, em trânsito, milhares de pessoas. Gente comum, na sua maioria, mas também casas reais no exílio, membros de governo de países ocupados, militares, artistas famosos, cientistas e muitos intelectuais.A cidade teve, necessariamente, que se adaptar aos novos tempos. Hotéis e pensões a abarrotar, centenas de carros nas avenidas e, imagine-se, mulheres sozinhas a fumar na rua, sem meias que frequentam cafés e esplanadas. Um escândalo…. Lisboa será também palco da espionagem internacional e das guerras da propaganda, aliada e pró eixo. E para contentamento de muitos, aos quiosques vão chegar, livres de censura, os principais jornais e revistas europeus.A partir de 1942, Lisboa prepara-se “para a guerra”: a iluminação pública é pintada de azul, as janelas enchem-se de tiras de papel para prevenir estilhaços em caso de bombardeamento, fazem-se abrigos anti-aéreos na Baixa e no alto do parque Eduardo VII aparecem os primeiros balões de barragem. Com a escassez dos bens essenciais, surgem as filas de racionamento. Para muitas famílias começam então tempos difíceis que só terminarão alguns anos depois da guerra.Este livro não pretende ser um livro de História, mas sim de histórias. Por isso foi concebido de uma forma mais informal, com capítulos independentes que podem ser lidos ao sabor da vontade de cada um. Para cada um deles, escolhi temas incontornáveis – embora outros possíveis houvesse. Nasceram assim cinco capítulos: Todos os caminhos vão dar a Lisboa, Uma cidade em tempo de guerra, Spyland, Duas faces da mesma moeda e Vitória aliada, esperança adiada. Cada capítulo integra diferentes abordagens – materializadas em vários subcapítulos – razão pela qual optei, no início de cada um, por apresentar um pequeno resumo que ajude o leitor a saber o que pode encontrar nas páginas seguintes. A aproximação a cada tema apoia-se em documentação de arquivo, registos de imprensa, citações bibliográficas e alguns testemunhos pessoais.Sendo um trabalho mais de divulgação do que especializado, muito ficou por dizer. No entanto, para aqueles que queiram aprofundar esta temática, existe no final uma série de pistas bibliográficas para os ajudar a ir mais longe. Para os que gostam de partir à descoberta da cidade, o livro vai acompanhado de um guia desdobrável, bem ao jeito dos anos de 1940, onde, num mapa da cidade, vão assinalados alguns percursos relacionados com o tema da obra. Profusamente ilustrado, o livro tem design de Henrique Cayatte com Susana Cruz.Apesar de já estar à venda, esta obra será apresentada ao público por António Mega Ferreira e José Sarmento de Matos no próximo dia 4 de Outubro, pelas 18h30, na Biblioteca da Imprensa Nacional, na Rua da Escola Politécnica em Lisboa. E fica já aqui o convite!Margarida Magalhães RamalhoFonte:  http://amigosdesousamendes.blogspot.pt/2012/09/lancamento-de-livro-lisboa-uma-cidade.html

Lançamento de livro Lisboa uma cidade em tempo de Guerra, 4-Outubro, 18h30 Imprensa Nacional

Margarida Magalhães Ramalho vai também partilhar algumas destas histórias no Aniversário do Clube Soroptimist Estoril Cascais, na sexta-feira, 12-Outubro, 18h no Hotel Palácio do Estoril 


Soroptimist das Caldas oferece alcofas protectoras para bebés prematuros


Publicado na Gazeta das Caldas a 29 de Setembro de 2012 . Na categoria: Destaque Painel Sociedade .
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Filomena Rebelo considera que o cocoon é muito útil para os bebés que nascem prematuros
A pequena Constança, que nasceu a 7 de Junho, foi uma das primeiras bebés a experimentar um cocoon nas Caldas da Rainha. “Ela adora, inclusive não dorme no berço”, conta a sua mãe, Rute Rosa, adiantando que a bebé se sente muito confortável.
A partir de agora mais bebés prematuros poderão usufruir desta espécie de alcofa protectora, porque o clube Soroptimist Internacional das Caldas da Rainha ofereceu oito cocoons ao serviço de neonatologia do Centro Hospital Oeste Norte.
Esta é uma iniciativa transversal aos clubes soroptimistas que existem em vários países e, em Portugal, o grupo caldense foi o segundo a entregar este equipamento, que inclui vários modelos, que permitem apoiar o desenvolvimento dos bebés prematuros, em várias fases do seu crescimento.
De acordo com Helena Monteiro de Castro, do clube caldense, os cocoons surgiram num hospital de Marselha (França), quando uma enfermeira que trabalhava com bebés, muitos deles prematuros, sentiu necessidade de criar um instrumento para os ajudar a estar confortáveis. Como esta profissional também era soroptimista, a sua invenção tem-se espalhado pelos outros países onde existe o clube. Filomena Rebelo, directora do Serviço de Pediatria, considera que esta é uma “óptima ajuda” pois o hospital tem “sempre dificuldades financeiras”. Até agora as enfermeiras costumavam aconchegar o bebé, de forma artesanal, com rolinhos de pano, mas a médica considera que o cocoon é uma solução melhor.
De acordo com Filomena Rebelo actualmente nascem, em média, 40 bebés prematuros por ano no hospital caldense. Os bebés muito prematuros nascem em Lisboa e só a partir das 34 semanas é que nascem nas Caldas da Rainha e depois permanecem no hospital para crescer, podendo beneficiar deste equipamento.
Relativamente a outras necessidades deste serviço, a responsável é peremptória na resposta: “precisávamos de uma unidade nova”, disse, lembrando que a maternidade está na parte antiga do hospital que não foi renovada. “Ainda para mais, agora com a junção do Hospital de Torres com as Caldas, perspectiva-se que haverá mais movimento”, acrescentou.
Comemoração do quinto aniversário
Esta iniciativa esteve também integrada nas comemorações do quinto aniversário do clube caldense, o sétimo a ser criado em Portugal.
No próximo dia 12 de Outubro, os membros do clube irão visitar a Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão, com o objectivo de conhecer as novas instalações, que serão inauguradas em breve, e fazer um balanço do uso dos aparelhos de teleassistência que o clube ofereceu.
No dia 18, pelas 17h00, será inaugurada uma exposição de artes visuais, intitulada “A Mulher e a Água”, na galeria do Museu do Hospital e das Caldas. À noite, pelas 19h30, terá lugar, no CCC, um jantar e cerimónia de atribuição do prémio em homenagem à soroptimista Maria Isabel (Bé) de Sousa e Castro.
O prémio, no valor de mil euros, é o resultado de um concurso dirigido a alunas da ESAD em homenagem à artista caldense, que foi uma das fundadoras do clube e que faleceu em 2010.
“É também uma oportunidade destas jovens mostrarem o seu trabalho, de se mostrarem ao público”, explica a soroptimista Matilde Thomaz do Couto, acrescentando que o prémio para o trabalho vencedor foi patrocinado pela empresa Stab Vida, fundada pelo caldense Orfeu Flores. “Também ele foi beneficiado com uma bolsa de estudo, pelo Rotary Club das Caldas, na altura em que o marido de Isabel Sousa e Castro, Albino Castro, era presidente”, recorda a responsável. A ESAD mostrou abertura a esta colaboração com o clube e a ideia é continuar, possivelmente, com uma periodicidade bienal.
O clube caldense tem actualmente 15 elementos e, no dia de comemoração do seu quinto aniversário, irão entrar mais duas senhoras.
Fátima Ferreira
fferreira@gazetacaldas.com

22 setembro 2012

Videos para reflectir sobre a igualdade de género, 21-Set, 20h, Porto


Videos para reflectir sobre a igualdade de géneroA Soroptimist Internacional tem feito diversas iniciativas para chamar a atenção sobre a violência doméstica

A ideia é gerar debate, reflexão, mudança. São duas mil cópias de oito sketches sobre igualdade de género que devem chegar a escolas, bibliotecas e outras estruturas capazes de os tornar acessíveis.
Associação Soroptimist Internacional
21.09.2012 - 11:18 Por Ana Cristina Pereira
O projecto da Associação Soroptimist Internacional, produzido pela Academia Contemporânea do Espectáculo (ACEP), é apresentado às oito horas da noite, hoje, nos jardins da escola, na Praça Coronel Pacheco, no Porto. 

Este é o último legado de Teresa Rosmaninho, activista dos direitos das mulheres, fundadora do clube Soroptimist Internacional, no Porto, e que morreu há um ano. Foi ideia sua recriar, primeiro, em teatro e, depois, em vídeo um punhado de situações do quotidiano que servissem de âncora a sessões de sensibilização sobre igualdade entre homens e mulheres. 

O projeto Beatriz – promoção dos valores da igualdade de género no palco da vida, foi executado entre Novembro de 2008 a Julho de 2010. O Beatriz 2.0 – viver em igualdade de género está a sê-lo de Julho de 2011 a Dezembro de 2013. Na altura, João Paulo Costa encarregou-se da encenação. Agora, tudo se reajustou para António Júlio tratar da realização.

Os textos, que partem de aspectos referidos pelo IV Plano Nacional para a Igualdade, Género, Cidadania e Não Discriminação, levam a assinatura de Marta Freitas. Escreveu-os a pensar num público juvenil e sem abertura para vernáculo. Afinal, a ideia era o espectáculo, que foi apresentado uma dezena de vezes, ser replicado por grupos de teatro de qualquer escola. Agora, prevê-se um total de 100 sessões de sensibilização em estabelecimentos de ensino do distrito do Porto e a distribuição de cópias do vídeo, que foi financiada pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português. 

Antes, coube a Salomé Castro e Pedro Almendra darem corpo aos oito sketches. Agora, contrataram-se actores distintos para cada um. Há caras bem conhecidas, como a de António Capelo. Tudo para atrair público e pô-lo a pensar na construção da igualdade, diz Glória Cheio, da produção da ACE/Teatro do Bolhão.