Quem te ama não te agride
07 março 2015
06 março 2015
Dia Internacional da Mulher 2015
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Eventos
04 março 2015
Desemprego no Feminino em Portugal - 2015
Uma em cada quatro mulheres está desempregada
ou subocupada
De acordo com um estudo que a CGTP-Intersindical fez para assinalar o início da Semana para a Igualdade, o desemprego e a subocupação atingem cerca de 688 mil mulheres.
"Este número corresponde a uma taxa real de desemprego e subocupação de 25,3%", diz a análise a que a agência Lusa teve acesso.
Os últimos dados do INE (Inquérito ao Emprego - 4º trimestre de 2014), referem que o número de trabalhadoras desempregadas era de 364,5 milhares em 2014, correspondendo a uma taxa de desemprego de 14,3% (13,5% entre os homens).
Os últimos dados do INE (Inquérito ao Emprego - 4º trimestre de 2014), referem que o número de trabalhadoras desempregadas era de 364,5 milhares em 2014, correspondendo a uma taxa de desemprego de 14,3% (13,5% entre os homens).
O desemprego aumentou 26,6 milhares face a 2011, segundo os dados oficiais. Para chegar ao total de 688 mil mulheres desempregadas e subocupadas, a Intersindical teve em conta as mulheres que estão desencorajadas, as sub-empregadas e as inactivas.
"São mais 89 milhares que em 2011 devido ao aumento do desencorajamento em 54,6 milhares e do subemprego em 12,6 milhares", refere o mesmo documento. A mesma taxa foi de 20,8% em 2014 no caso dos homens, o que significa que o desencorajamento e a subocupação é mais grave entre as mulheres do que entre os homens.
Segundo a CGTP, há também "muitos milhares de desempregadas abrangidas por contratos emprego-inserção (CEI) e estágios promovidos pelo IEFP, que o INE conta como empregadas". "Desde que este Governo tomou posse, em 2011, o emprego caiu 73 milhares entre as mulheres, mantendo-se a precariedade num nível muito elevado (21%, embora esta percentagem fique muito aquém da realidade por excluir a maioria do falso trabalho independente)", afirma a central sindical.
Para a Inter, "a situação é ainda mais gritante" entra as mulheres mais jovens, dado que 39% das jovens até aos 35 anos têm contratos não permanentes, percentagem que sobe para os 63% no caso das jovens trabalhadoras com menos de 25 anos.
O estudo salienta ainda que as mulheres trabalhadoras ganham, em média, menos 17,5% que os seus colegas de trabalho, apesar de terem habilitações mais elevadas. As mulheres são também a maioria dos trabalhadores a receber o salário mínimo nacional, pois 17,5% das mulheres trabalhadoras ganham a remuneração mínima face a 9,4% dos homens.
Por ganharem menos, as mulheres acabam por ser depois as que mais recebem o complemento solidário para idosos, rendimento social de inserção, pensões de velhice e de sobrevivência. Os jovens e as mulheres são os mais afectados pela falta de cobertura das prestações de desemprego, porque "são também as maiores vítimas da precariedade e do desemprego, que não lhes permite cumprir os períodos de garantia para acesso às prestações".
"É sintomático que 70% das mulheres desempregadas e 85% dos jovens com menos de 35 anos não tenha acesso a subsídio de desemprego ou subsídio social de desemprego", salienta central sindical.
A Semana da Igualdade decorre até domingo (Dia da Mulher) com iniciativas nos locais de trabalho e na rua, por todo o país, que contarão com a participação dos sindicatos da CGTP e das mulheres trabalhadoras dos vários sectores de actividade.
Segundo Fátima Messias, dirigente da Intersindical que coordena a respectiva Comissão para a Igualdade, a Semana da Igualdade tem como objectivos a defesa de "emprego seguro e com direitos, aumento geral dos salários, salário igual para trabalho igual ou de igual valor e protecção social para todas as mulheres e homens desempregados".
As 35 horas de trabalho semanal, para todos/as, sem redução salarial, a reposição da universalidade do abono de família e a contratação coletiva como fonte de direitos e progresso social, são, de acordo com a sindicalista, outras das reivindicações em causa.
25 fevereiro 2015
Conferência Mercer sobre Diversidade de Género, 4-Março
Conferencia Mercer sobre Diversidade de Genero (When Women Thrive, Businesses Win) | 4 de Março
CONFERÊNCIA MERCER SOBRE IGUALDADE DE GÉNERO
- When Women Thrive, Businesses Win
Embora sejam inquestionáveis as vantagens de integrar o talento feminino na gestão das organizações, ainda existe um caminho a percorrer.
Nesta Conferência pretendemos partilhar os resultados do estudo global da Mercer “When Women Thrive, Businesses Thrive”, realizado em colaboração com a EDGE Certified Foundation. É, ainda nosso objectivo, ter um espaço de debate sobre algumas práticas que as organizações podem adoptar para desenvolver e monitorizar estratégias efectivas que promovam a igualdade de género.
AGENDA
09:15 Recepção dos convidados
09:30 Abertura Diogo Alarcão, Partner Mercer
09:40 Women@Mercer em Portugal Nélia Câmara, Principal Mercer
10:10 Resultados do estudo global da Mercer When Women Thrive, Businesses Win
Nicole Weiner, Principal Mercer, coordenadora da iniciativa Women@Mercer na Europa
11:30 Mesa redonda: O papel da Mulher na gestão: uma visão de futuro
Joana Gíria, Presidente da CITE (Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego)
António Ramalho, Presidente do CA conjunto da Estradas de Portugal, SA e da REFER, EPE
Kim Sawyer, Presidente do Locator Services Group & Embaixatriz dos Estados Unidos da América (Portugal)
Moderador: Diogo Alarcão, Partner Mercer
12:20 Encerramento
Cordiais Cumprimentos,
Nélia Câmara
Responsável Women@Mercer Portugal
CONFERÊNCIA MERCER SOBRE IGUALDADE DE GÉNERO
- When Women Thrive, Businesses Win
Embora sejam inquestionáveis as vantagens de integrar o talento feminino na gestão das organizações, ainda existe um caminho a percorrer.
Nesta Conferência pretendemos partilhar os resultados do estudo global da Mercer “When Women Thrive, Businesses Thrive”, realizado em colaboração com a EDGE Certified Foundation. É, ainda nosso objectivo, ter um espaço de debate sobre algumas práticas que as organizações podem adoptar para desenvolver e monitorizar estratégias efectivas que promovam a igualdade de género.
AGENDA
09:15 Recepção dos convidados
09:30 Abertura Diogo Alarcão, Partner Mercer
09:40 Women@Mercer em Portugal Nélia Câmara, Principal Mercer
10:10 Resultados do estudo global da Mercer When Women Thrive, Businesses Win
Nicole Weiner, Principal Mercer, coordenadora da iniciativa Women@Mercer na Europa
11:30 Mesa redonda: O papel da Mulher na gestão: uma visão de futuro
Joana Gíria, Presidente da CITE (Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego)
António Ramalho, Presidente do CA conjunto da Estradas de Portugal, SA e da REFER, EPE
Kim Sawyer, Presidente do Locator Services Group & Embaixatriz dos Estados Unidos da América (Portugal)
Moderador: Diogo Alarcão, Partner Mercer
12:20 Encerramento
Cordiais Cumprimentos,
Nélia Câmara
Responsável Women@Mercer Portugal
21 fevereiro 2015
10 fevereiro 2015
Raríssimas partilha experiência de Empreendedorismo Social no Feminino

Paula Brito e Costa, presidente da Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras Raríssimas, partilhou com os finalistas do Prémio Mãos Dadas a experiência da constituição da Associação e da criação da Casa dos Marcos na Moita em 2014 para responder às necessidades das famílias.
O próximo projecto vai ser a criação da 'Quinta dos Marcos' na Maia, um espaço multi funcional com valências clínicas e sociais.
A Associação Raríssimas, que começou com 5 mães de "meninos raros", é um caso de estudo de empreendedorismo social no feminino.
O Prémio Mãos Dadas Comunidade e Solidariedade no Feminino foi criado pela Soroptimist International de Portugal e a APGICO a Associação Portuguesa de Criatividade e Inovação - APGICO, para promover e reconhecer a inovação social e celebrar Comunidade e Solidariedade.
07 fevereiro 2015
Recessões cortam natalidade de forma permanente
Sabíamos que a natalidade desce quando o desemprego sobe,
mas as sequelas de longo prazo são mais graves do que se
pensava.
Num estudo americano de 2014, a economista Janet Currie da
Princeton University concluiu que as recessões deprimem a natalidade não só no curto
prazo mas também no longo prazo.
O estudo mostra que as mulheres que estavam nos seus 20 anos
durante a Grande Recessão, irão provavelmente ter menos filhos. Nas recessões
passadas, houve um aumento no número de mulheres que chegaram aos 40 anos sem
filhos.
O estudo, que analisou 140 milhões de registos de
nascimento nos EUA e que foi publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional
de Ciências, é o primeiro a mostrar que as recessões têm efeitos a longo prazo
sobre a fertilidade, e esses efeitos aumentam exponencialmente ao longo do
tempo.
Mas quais são os mecanismos económicos que levam a estes
resultados? As investigadoras citam estudos empíricos recentes que mostram que
os jovens adultos - homens - especialmente os que entram no mercado de
trabalho durante uma recessão económica, são susceptíveis de ter ganhos
persistentemente inferiores durante toda a sua carreira. Esse fenómeno pode
tornar estes homens menos atraentes como pais, o que explica o aumento do
número de mulheres que prescindem de ser mães.
Fonte: http://wws.princeton.edu/news-and-events/news/item/recessions-result-lower-birth-rates-long-run
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