06 agosto 2015

Concurso da Embaixada Americana apoia o trabalho artesanal



O artesanato é segundo maior empregrador no mundo depois da agricultura 
A Embaixada Americana lançou um concurso para levar artesãs e o trabalho artesanal aos Estados Unidos 

Calling all Artisans and Artisan supporters around the globe. We want your artwork and digital media! Submit your media for a chance to win a trip to Washington, D.C., have your artwork featured in media and promotional materials, and even cash prizes! 

The competition is open to everyone, and we are looking for creative multimedia content that tells the story of the impact artisan enterprise has on the global economy and helping those escape poverty. More information and submission details can be found here 
Ver mais em http://goo.gl/fVoyCF

Kim Sawyer finalista para prémio de Diversidade na Europa


 Kim Sawyer is shortlisted for an important Diversity Award ... in Europe ! 


CONGRATULATIONS  Kim Sawyer ! 
We are right behind you ! 

 Kim Sawyer é finalista para o prémio DIVERSITY CHAMPION OF THE YEAR 


Será um prémio muito bem merecido  que dará mais visibilidade quer ao seu trabalho com Connect to Success e WPO  Women Presidents' Organization em prol das mulheres empreendedoras em Portugal, quer à importância do apoio à diversidade na Europa.  

VER http://soroptimistapt.blogspot.com/2014/06/a-soroptimistinternational-uniao-de.html

http://soroptimistapt.blogspot.com/2015/05/onde-mandam-as-mulheres-ainda-e-onde-os.html

02 agosto 2015

Natalidade e custos e benefícios de encolar meninos

O artigo em The Economist de 25-Julho-2015 sobre a "greve de bebés"  tem um gráfico elucidativo, para não dizer chocante, que coloca Portugal no fundo dos fundos, quer em termos de fertilidade, quer em termos de despesa pública de apoio às famílias.

As estatísticas da OCDE apontam para Portugal para o país com o maior problema de baixa natalidade, mas também como o país que menos faz para apoiar as famílias.

Nestes países de baixa fertilidade, ter filhos pode ser visto como um investimento privado com benefícios públicos, isto é,  com externalidades positivas que justificam alguma compensação para alinhar as escolhas individuais das famílias com os interesses colectivos da sociedade.

O artigo, que merece ser traduzido e estudado, apresenta vários estudos sobre o problema demográfico de baixa fertilidade, inferior à taxa de natalidade sustentável de 2.1 crianças por mulher, e as eventuais soluções, tais como:
- subsidio por bebé
- abono de família
- benefícios, deduções ou créditos fiscais no IRS dos pais
- subsídios para cuidados infantis de qualidade  em infantários, creches e amas 
aposentação antecipada para avós cuidadores 
- licenças de maternidade e paternidade pagas e mais longas
- cidades amigas-de-crianças (baby-friendly cities)...

Segundo o artigo, a medida que funciona melhor são os infantários subsidiados que permitem às mães melhor combinar o trabalho com a  família.  Isto faz todo o sentido.
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Tradicionalmente, as mães sempre dependeram de "cuidadores gratuitos", sob a forma de avós, madrinhas e tias, como numa aldeia.  Isto não dispensando o envolvimento do próprio pai.
Esta era uma forma da família apoiar o investimento individual dos jovens pais na criação da próxima geração da família.  E antes de haver "baby-sitters",  havia facilidade em arranjar  "criadas de encolar meninos".  Com famílias mais pequenas, e dispersas, em ambiente urbano, os pais precisam de outras formas de apoio à primeira infância nos anos pré-escolares mais críticos.

Comparar as consequências para o equilíbrio trabalho-família de medidas alternativas tais como os  "infantários subsidiados" e a "licença de parto mais longa"  é elucidativo:

Nos países mais pobres, com baixos salários e desemprego elevado, as mães precisam trabalhar mais, não menos, para contribuir para as finanças da família. Mas quando as mães trabalham, quem toma conta das crianças?
- A licença de maternidade alongada aumenta o custo e a complexidade da contratação de jovem mulheres como empregadas.  Mais tempo em casa também eleva o custo de oportunidade para as próprias mães,  que acabam por acumular menos experiência de trabalho  no início de sua vida profissional.
- Já os cuidados infantis subsidiados, pelo contrário, ajudam as mulheres a entrar e a permanecer no mercado de trabalho, confiantes que os seus filhos estão bem entregues,  e isso torna as mulheres mais empregáveis, não menos.

Demografia é destino, pois os ciclos demográficos são muito difíceis de inverter.  As medidas de apoio à família tem que ser bem desenhadas e aplicadas, com peso e medida. Os custos de resultados não intencionados podem ser desastrosos para uma sociedade.

Mariana Abrantes de Sousa 
PPP Lusofonia 

Ver mais no Público http://www.publico.pt/sociedade/noticia/problema-nao-se-resolve-com-incentivos-a-fecundidade-1703762

01 agosto 2015

Soroptimistas apoiam trabalho com crianças em Cabo Verde

O projecto de uma Soroptimista do Clube Estoril Cascais  em Cabo Verde criou a oportunidade de fazermos uma pequena "visita de estudo",   a fim de conhecer melhor o país e de dar o nosso contributo para o importante trabalho com crianças carenciadas.

Em primeiro lugar, conhecemos a Federação Caboverdiana de Andebol e o seu Projecto de Mini-Andebol, Desporto e Saúde,  que foi financiado pela IOM-Organização Internacional para as Migrações promovendo o retorno temporário de emigrantes na diaspora para transferir conhecimentos e criar capacidades nos países de origem.  Neste projecto,  a Assunção Fernandes Tavares replica o programa de andebol que desenvolveu em Linda-a-Velha e Carnaxide e que o Clube Estoril Cascais tem vindo a apoiar desde 2009, com a nossa parceira Associação de Solidariedade Social Assomada.  

Cabo Verde tem uma diaspora de cerca de 500.000, quase tão grande como a população do país, e o arquipélago faz parte da história mundial, e da Lusofonia em particular,  como entreposto e ponto de encontro de culturas desde o século XV.

Enquanto os responsáveis do Projecto de Mini-andebol se preparavam para receber cerca de 200  crianças de várias ilhas num Festival de mini-andebol na cidade da Assomada (a original!),  aproveitamos para assistir a alguns dos treinos e para entregar uma (pequena) remessa de calçado, roupa e material escolar recolhido  entre as soroptimistas e amigas em Portugal.  As necessidades são muitas e sabemos que os nossos contributos serão muito bem encaminhados.

Também assistimos aos treinos da Selecção Caboverdiana de Andebol Sub-21, cujos remates faziam tremer o pavilhão!  Nós, e as crianças, ficámos devidamente impressionados.

Boa sorte aos atletas de todas a idades e cumprimentos a José Eduardo dos Santos, presidente da Federação Caboverdiana de Andebol.  Foi um prazer e uma honra poder assistir e colaboar nesta iniciativa.

Depois fizemos diversos contactos para apresentar as Soroptimistas e conhecer o trabalho de várias associações femininas caboverdianas que hão-de vir a dar frutos no futuro.

Havemos de voltar !

VER mais em https://www.facebook.com/pages/Federa%C3%A7%C3%A3o-Caboverdiana-de-Andebol/109605295777487

Entrega de equipamento http://www.oceanpress.info/cms/Pt/desporto/item/28147-associacao-internacional-entrega-equipamentos-de-mini-andebol-a-federacao

Federação de Andebol recebe donativo de Soroptimistas http://www.abola.pt/africa/ver.aspx?id=562421

O anúncio do Festival de mini-andebol recolha fotos nossas http://www.avoz.cv/desporto/festival-nacional-mini-andebol-realizado-assomada/ 

Um artigo que menciona as Soroptimistas http://www.criolosports.com/index.php?option=com_content&view=article&id=7265:andebol-sal-lha-do-sal-recebe-projecto-formativo-de-mini-andebol-&catid=24:andebol&Itemid=79

Iniciou o Festival de Mini-Andebol http://www.oceanpress.info/cms/Pt/desporto/item/28396-ja-iniciou-o-festival-de-mini-andebol

Ver o video ! https://www.youtube.com/watch?v=GRJgeO9gN2U

Andebol e Saúde é um projecto que visa formar monitores e implementar escolas de andebol em Cabo Verde, quer ligadas a Clubes quer introduzindo a prática regular do mini-andebol no EBI, de acordo com o programa Andebol na Escola.
 Este projecto que tem igualmente uma vertente ligada à saúde, dando aos formandos e praticantes, conhecimentos básicos da importância de uma boa alimentação para a prática do desporto, bem como os cuidados a ter na prevenção de lesões, está a ser implementado na ilha do Sal desde o dia 22 de Junho, abrangendo nesta fase inicial, 80 crianças das localidades de Palmeira, Santa Maria, Espargos e Pedra de Lume.
Este projecto é dirigido pela Mestre em Serviço Social e especialista de Andebol, Assunção Fernandes, que no quadro do programa, Regresso Temporário de Nacionais Qualificados do Ministério das Comunidades, encontra-se em Cabo Verde, a serviço da FCA por um período de quatro meses.
Além das entidades que sustentam o programa, o MC e a OIM, o projecto da FCA tem sido alargado a várias ilhas e concelhos, graças aos apoios que a Federação e a própria técnica têm mobilizado, nomeadamente a Câmara Municipal de Oeiras, o Sporting Clube de Portugal (Dpto Andebol) e o Clube Soroptmist Estoril Cascais, em Portugal, bem como em Cabo Verde, o Ministério da Educação e Desporto/ DGD, a Câmaras Municipais de São Domingos, Santa Catarina, Sal, Maio e Boavista, e empresas privadas como a ASA e o Hotel Crioula que asseguram a deslocação e estadia da técnica na ilha do Sal.
De realçar que a missão formativa na Ilha do Sal encerra com um Festival Regional de Mini-Andebol, que será o terceiro deste programa, a realizar-se no próximo dia 27 de Junho, a partir das 8 horas, no Polivalente de Cascais.
Fonte: FCA

08 julho 2015

10 junho 2015

Soroptimist Syria Back to School project - best practice

“EDUCATE TO LEAD” AWARD for 70 Clubs in the Soroptimist International Union of the Netherlands for the project “Syria back to school”

Soroptimist International Europe  -  Prémio  de  boas praticas "Educar para Liderar"

Resultado de imagem para soroptimist syria back to schoolSíria tem estado em caos há vários anos. Milhões de pessoas fugiram do país, muitos deles crianças, para campos de refugiados nos países vizinhos.  Em fevereiro de 2015 foi estimado que havia mais de 1,6 milhões de refugiados sírios na Turquia - metade delas crianças. 
Soroptimistas da Holanda trataram de os ajudar.   
Descobriram que a maioria das crianças que vivem em campos de refugiados têm a chance para ir a escola.  No entanto, as cerca de 150 mil crianças que vivem fora dos campos,  têm poucas oportunidades continuar a sua educação. Para ajudar a aliviar este problema, Soroptimistas
do Clube de Gouda em parceria com a UNICEF,  trabalham para que as crianças que vivem fora
de campos de refugiados tenham a educação que merecem.

Sob o lema "Uma geração perdida? Nós não vamos deixar isso acontecer! "Soroptimistas da Holanda e da Turquia estão a ajudar a aquisição de escolas pré-fabricadas que podem educar para 2160 crianças cada. Soroptimistas da Holanda estão a financiar uma destas escolas, o que inclui o edifício em si, e o ensino SÍRIA DE VOLTA À ESCOLA, material escolar, formação de professores, e o transporte  escolar. 
Esta abordagem holística traduziu-se em benefícios adicionais para a comunidade de refugiados: como parte deste projeto, os professores estão recebendo formação e a ter oportunidade de trabalhar, e os pais estão ocupados ajudando na escola também.
O objectivo do projeto continua a ser "criar esperança para crianças e pais, para dar às crianças a estabilidade, um lugar onde voltar a ser crianças em segurança."

04 junho 2015

Nós as Soroptimistas !


  •  Ajudamos mulheres e meninas a ganhar maior capacidade de independência 
  •  Ajudamos as mulheres a melhor se equiparem para conseguirem emprego 
  •  Lutamos contra toda a violência exercida sobre mulheres e meninas 
  •  Ajudamos mulheres e meninas a terem acesso a melhores condições de saúde e de vida
  •  Ajudamos a melhorar o ambiente e a promover a sustentabilidade 
  •  Incentivamos mulheres e meninas de de todas as camadas sociais a dar voz aos seus problemas e a denunciar injustiças 
  • Comunicamos às organizações competentes informação específica sobre problemas que afetam as mulheres 
  • Estamos atentas e fazemos pressão a todos os níveis da sociedade para trazer a debate as questões prementes das mulheres
  • Oferecemos uma rede global de mulheres de diversos níveis sociais, profissionais e culturais
  • Possibilitamos às mulheres a oportunidade de fazerem novas amizades com outras que também o desejem 
  • Providenciamos às mulheres uma plataforma de acesso à sua comunidade 
  • Fazemos um forum para aprender e partilhar conhecimentos e experiência 
  • Nós mostramos como as mulheres podem ser uma fonte de inspiração 
  • Damos voz às mulheres
  • Somos uma organização de mulheres para mulheres 
  • Proporcionamos às mulheres o acesso a uma rede social e profissional a nível mundial 
  • Os nossos clubes ajudam a melhorar a vida de raparigas e mulheres de modo bem concreto 
  • Ao tomar posição firme em assuntos muito específicos da mulher nós estamos a dar voz global à mulher