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03 outubro 2015

Encontro de Estudos de Género, CIEG / ISCSP, Lisboa, 25-27 Maio 2016

In English below 
O CIEG tem o prazer de anunciar que se encontra aberto o call for papers para o Congresso Internacional de Estudos de Género sob o tema “Estudos de Género em debate: Percursos, desafios e olhares interdisciplinares”, a realizar nos dias 25, 26 e 27 de maio de 2016 no ISCSP-ULisboa.

Toda a informação pode ser encontrada em anexo e nesta ligação ao nosso site:

Agradecemos a vossa atenção e solicitamos a melhor divulgação desta iniciativa.

Estudos de Género em debate: percursos, desafios e olhares interdisciplinares
CONGRESSO INTERNACIONAL
Instituto Superior de Ciências Sociais de Lisboa (ISCSP)
Universidade de Lisboa, 25-27 DE MAIO DE 2016

Os estudos de género, sobre as mulheres e os feminismos produziram efeitos de transformação importantes na vida quotidiana e no conhecimento sobre a realidade. No entanto, e embora os temas da igualdade de direitos estejam cada vez mais na agenda pública, há avanços e recuos e a persistência das desigualdades de género desafia-nos a procurar análises mais sólidas.
O Centro Interdisciplinar de Estudos de Género (CIEG) quer contribuir para o aprofundamento analítico destas temáticas, e convida-vos a participar no Congresso Internacional de Estudos de Género a 25, 26 e 27 de maio de 2016 com o seguinte tema: “Estudos de Género em debate: Percursos, desafios e olhares interdisciplinares”.
Contamos convosco para procurar respostas para questões como: que efeito têm tido as diferentes políticas de igualdade de género na efetiva concretização de direitos? Como garantir a aplicação de leis de forma a prevenir efeitos perversos, como acontece no caso da violência de género? Poderes, relações de poder, dominação masculina e género: que conexões? Há fronteiras, e quais, entre investigação e ativismo? Como compatibilizar o sujeito coletivo de direitos “mulheres” com a diversidade étnica, de classe, geracional, de orientação sexual e global? Como se faz género na vida quotidiana e nas diferentes instituições: entre a reprodução e a agência? Heteronormatividade, corpo e sexualidade: questão central dos estudos de género? Homens e masculinidades: novas configurações? Que efeitos de backlash tem tido a crise, o aumento das desigualdades e o pensamento neoliberal na vida de mulheres e homens do presente?
Pretendemos também trazer a debate os contributos de investigadoras e investigadores de diferentes partes do mundo para nos ajudarem a refletir sobre os percursos dos estudos de género, sobre as mulheres e os feminismos nos seus contextos geográficos, políticos e socioculturais.
Na comemoração do seu 4º aniversário o CIEG tem muito gosto em juntar-se às comemorações dos 110 anos do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa (ULisboa), na realização do seu 1º Congresso Internacional.

As propostas de comunicação devem indicar claramente em que linha de investigação (I, II ou III) se enquadram. As grandes linhas de investigação a considerar são as seguintes:

I
Género, feminismos e estudos sobre as mulheres

História das ideias e das teorias;
Teorias contemporâneas e inovações;
Metodologias extensivas, intensivas e perspetiva comparativa internacional

II
Políticas, instituições e cidadania

Políticas públicas;
Igualdade, Direito e direitos;
Democracia e instituições políticas.

III
Género e construção das sociedades contemporâneas
  
Família, sexualidade e relações íntimas;
Representações, identidade e cultura;
Corpo, saúde e violência de género;
Classes sociais, desigualdades e valores;
Trabalho, economia e ambiente;
Migrações, globalização e desenvolvimento;
Masculinidades;
Estudos culturais e artísticos de género;
Estudos LGBT.

As propostas de comunicação, com o máximo de 300 palavras, deverão ser enviadas até ao dia 30 de novembro de 2015para o email congressocieg2016@iscsp.ulisboa.pt.
logo cieg brancoPrazo para envio de resposta por parte da organização: dia 31 de janeiro de 2016.
Os valores da inscrição, nas diferentes modalidades, serão divulgados em breve.



CIEG is pleased to announce that the call for papers for the International Congress of Gender Studies, under the theme “Gender Studies in Debate: Pathways, challenges and interdisciplinary perspectives” is now available. This Congress will take place on 25, 26 and 27th may 2016, in ISCSP-ULisboa, Lisbon.

All the info can be found attached and on this link to our website:

With our best regards,

Gender Studies in Debate: Pathways, challenges and interdisciplinary perspectives
INTERNATIONAL CONGRESS
School of Social and Political Sciences (ISCSP)
University of Lisbon, 25-27th may 2016

Gender and women studies and feminisms have produced important transformations in our daily life and in our understanding of reality. While the topic of equality of rights is increasingly on the public agenda, there have been advances and retreats and persisting gender inequalities continue to challenge us to look for more solid analyses.
The Interdisciplinary Centre on Gender Studies (CIEG) wishes to contribute to the analytical deepening of these issues and invites you to participate in the International Congress of Gender Studies, on 25, 26 and 27th may 2016 under the following theme “Gender Studies in Debate: Pathways, challenges and interdisciplinary perspectives”
We count on you to address questions such as: what impact have had different gender equality policies on the effective implementation of rights? How to ensure the implementation of laws and prevent perverse effects? Power, relations of power, masculine domination and gender: which connections? Are there frontiers between activism and research, and if yes, how/where to draw them? How to balance the collective subject ‘women’ with ethnic, class, generational, sexual orientation, and global diversity? How is gender performed in daily life and in different institutions: between reproduction and agency? Heteronormativity, bodies, and sexuality: central issue for gender studies? Men and masculinities: new configurations? What backlash effects have the crisis, the increased inequalities and the neoliberal thinking had on the current life of men and women?
We also wish to bring to the debate the contributions of researchers from different parts of the world to help us reflect upon the pathways followed by gender and women studies and feminisms in their geographic, political and sociocultural contexts.
Marking its 4th anniversary, CIEG is very pleased to join the celebrations of the 110 years of Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) of University of Lisbon (ULisboa), by organizing its 1st International Congress.

The abstracts, no longer than 300 words, should clearly indicate in which research line (I, II or III) the paper should be included. The research lines to consider are the following:
I
Gender, feminisms and women studies
History of ideas and theories;
Contemporary theories and innovations;
Extensive and intensive methodologies and international comparative perspective.

II
Policies, institutions and citizenship
Public policies;
Equality, Law and righs;
Democracy and political institutions.

III
Gender and the construction of contemporary societies
Family, sexuality and intimate relationships;
Representations, identity and culture;
Body, health and gender violence;
Social class, inequality and values;
Work, economy and environment;
Migrations, globalization and development;
Masculinities;
Cultural and artistic gender studies;
LGBT studies. 

Abstracts should be sent until 30 november 2015 to the following email address: congressocieg2016@iscsp.ulisboa.pt.
Deadline for notice of acceptance/rejection: 31 january 2016.
The registration fees, in its different modalities, will be available soon.
_______________________________________
CIEG – Centro Interdisciplinar de Estudos de Género
Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP-ULisboa)
Rua Almerindo Lessa - 1300-663, Lisboa
Gabinete 58 | Piso 0 
213 600 430 
cieg@iscsp.utl.pt 


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23 setembro 2015

EU com novo quadro para a Igualdade de Género

Resultado de imagem para imagem cooperation euNovo quadro para a Igualdade de Género e Empoderamento das Mulheres: transformando a vida de meninas e mulheres através das relações externas da UE (2016-2020) adoptado (22/09/2015)Bruxelas, 22 de Setembro de 2015A Comissão Europeia e o Serviço Europeu de Acção Externa adoptaram no dia 21 de Setembro de 2015 o novo quadro para as actividades da UE em matéria de igualdade de género e empoderamento das mulheres nas relações externas da União Europeia.

Este novo quadro, para o período 2016-2020, foi aprovado pela Comissão Europeia e o Serviço de Acção Externa da UE. O seu objectivo é apoiar os países parceiros, especialmente os em desenvolvimento, alargamento e países vizinhos, para alcançar resultados tangíveis em matéria de igualdade de género, cerne dos valores europeus, bem como os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a ser formalmente adoptados esta semana.
A Alta Representante e Vice-Presidente da UE Federica Mogherini assegurou que “com este novo enquadramento, a UE toma a dianteira do trabalho para a igualdade de género em todas as suas acções externas. Os direitos das mulheres são direitos humanos e os direitos humanos são direitos das mulheres. Queremos proporcionar aos nossos parceiros apoio efectivo de que precisam para combater a violência contra mulheres e meninas e ao mesmo tempo capacitá-los social e economicamente permitindo às mulheres a participação de forma activa na vida política, social e cultural dos seus países.”

O Comissário da UE para a Cooperação Internacional e Desenvolvimento, Neven Mimica, afirmou: "É minha firme convicção de que a nossa nova abordagem não trará apenas palavras, mas sim ações concretas e resultados. Será traduzido em melhorias reais na vida de mulheres e meninas em países terceiros - onde o progresso precisa ser acelerado, se e quiser transformar o nosso mundo e desbloquear um desenvolvimento efectivamente sustentável".
O novo quadro de acção terá como base as realizações e lições aprendidas provocadas pela implementação do Plano de Ação de Gênero no Desenvolvimento 2010-2015. Será mais focado em resultados tangíveis. Será financiado através de uma variedade de instrumentos de acção externa da UE (como o Instrumento de Cooperação e Desenvolvimento) e modalidades de ajuda (por exemplo, o apoio orçamental ou assistência a organizações da sociedade civil). Cerca de 100.000.000 de euros já foram alocados em medidas concretas orientadas para melhorar os direitos das mulheres e meninas.

Os Estados-Membros da UE vão discutir este novo quadro nas instâncias competentes do Conselho, incluindo o Conselho dos Negócios Estrangeiros dedicado ao Desenvolvimento em Outubro. O novo quadro deverá entrar em vigor a partir de 2016.
http://www.eeas.europa.eu/delegations/cape_verde/press_corner/all_news/news/2015/aaaaa_pt.htm

23 maio 2015

Cultura empresarial portuguesa indiferente a questões de género

A Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares  e da Igualdade é a nossa convidada esta semana.
Numa entrevista que incide apenas no âmbito das suas funções, Teresa Morais assume-se Feminista, mostra-se muito crítica em relação à resistência dos empresários em incluir mulheres nos cargos de chefia e de administração, confessa não gostar de “piropos” e compreende ser necessária a reflexão sobre uma eventual criminalização. Critica o excesso de penas suspensas nos crimes de Violência Doméstica e confessa, entre muitas outras coisas, que gostaria de ver uma mulher na Presidência da República… a sua MARIA CAPAZ É…
Ora vejam a entrevista.  http://mariacapaz.pt/entrevista/entrevista-teresa-morais/

Biôco, a burka portuguesa, proibida desde 1649

“Pelo Decreto de 11 de Agosto de 1649, e Alvará de 20 do mesmo mes, e anno se prohibirão os rebuços das mulheres; e pelo outro Alvará de 6 de Outubro do mesmo anno se declarou que as mulheres devião andar com a cara descoberta, ou, havendo de trazer biôco, devião trazer o manto cahido até aos peitos”.
Ver mais em http://observador.pt/2015/02/17/bioco-burka-algarvia-que-acabou-por-decreto-vai-uma-mascara-para-o-carnaval/

03 janeiro 2015

A Lei da Qualidade e a Comissão para a Igualdade

The Quota Policy in Portugal: The Role of Political Parties and State Feminism,*Rosa Monteiro

Um Estudo sobre a Lei da Paridade política  explora o papel decisivo da Comissão  da Igualdade e da campanha feminista   focando a forma como a Comissão, CIDM e depois CIG, e as associações de mulheres ligadas a ela contribuíram  para promover a participação das mulheres na política  em Portugal.

Em Portugal, a questão da participação das mulheres na política conseguiu um avanço significativo em 2006, com a aprovação da chamada Lei de Paridade (Lei Orgânica n. 3, 21 de agosto), que estabeleceu uma representação mínima de 33% de cada sexo na listas eleitorais para o Parlamento nacional, o Parlamento Europeu e do governo local. Além de representar um marco na promoção da igualdade de género, esta lei também é relevante para promover a mudança no sistema eleitoral que se manteve praticamente inalterado devido à inércia dos interesses instalados.
VER http://rccsar.revues.org/404?lang=pt 

17 novembro 2014

Debate - Igualdade é Bom Negócio, 26-Nov, 17h30

igen Debate «A Igualdade de Género é um Bom Negócio» (26 nov., Lisboa)

Data:  26 de novembro (17:30)
Local:   Edifício Xerox – Auditório

O programa inclui a apresentação do «Relatório IGEN», por Sandra Ribeiro, presidente da CITE – Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego.
Serão oradores António Manuel P. Ramalho, Eduardo Cabrita, Isabel Viegas e Sara Falcão Casaca.
Inscrições para: isabel.rijo@xerox.com (até 24 nov.)
fonte:  http://www.cig.gov.pt/2014/11/debate-a-igualdade-de-genero-e-um-bom-negocio-26-nov-lisboa/

19 julho 2014

TAP louvada por Comissão para a Igualdade

 TAP recebe louvor da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial Julho 2014 
new_logo_tap_instA TAP recebeu um louvor da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, presidida pelo Alto Comissariado para as Migrações, pelo seu vídeo de segurança a bordo que, nas palavras de Rosário Farmhouse, anterior Alta Comissária, “além de servir exemplarmente o fim a que se destina – divulgando as normas de segurança em vigor – teve em consideração a diversidade etária, de género, de origem, de tom de pele e sotaque, presentes no nosso País, contribuindo significativamente, dessa forma, para o sucesso desta nobre missão de defesa do princípio da igualdade de tratamento e no combate ao racismo e xenofobia”.
Além de estar presente em todos os voos da frota da TAP, o vídeo pode ser visto no canal Youtube da companhia aqui.
Este filme tem como característica principal o facto de ter os clientes da TAP como protagonistas. Durante os 10 dias de filmagens, que decorreram no Aeroporto de Lisboa, a companhia contou com a participação de 259 clientes de diversas nacionalidades, convidados nas portas de embarque a tornarem-se atores enquanto aguardavam pelos respetivos voos. 
O cenário foi construído com uma tela impressa, que remete graficamente para um traço de desenho representando uma cabine de avião.
O vídeo de segurança a bordo da TAP recebeu já várias distinções, destacando-se a nível internacional o prémio Passenger Choice Awards para melhor inflight vídeo e, em Portugal, o galardão de Ouro na categoria Comunicação Institucional dos Prémios Meios & Publicidade.
- See more at: http://www.tapportugal.com/PressRelease/pt/tap-recebe-louvor-da-comissao-para-a-igualdade-e-contra-a-discriminacao-racial#sthash.PyXCEYUE.dpuf 

28 março 2012

Prémio Viver em Igualdade, candidaturas até 16-Abril


Estão abertas as candidaturas ao Prémio Viver em Igualdade, que visa distinguir os melhores locais para viver em igualdade no biénio 2012-2013. Esta é uma iniciativa bianual, promovida pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), no âmbito do IV Plano Nacional para a Igualdade, Género, Cidadania e Não Discriminação, 2011-2013.

O Prémio destina-se a distinguir Municípios com boas práticas na integração da dimensão da Igualdade de Género, Cidadania e Não Discriminação, quer na sua organização ou funcionamento, quer nas atividades por si desenvolvidas.

O Regulamento integral do Prémio e a ficha de candidatura podem ser consultado no portal da CIG.