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06 agosto 2015

Kim Sawyer finalista para prémio de Diversidade na Europa


 Kim Sawyer is shortlisted for an important Diversity Award ... in Europe ! 


CONGRATULATIONS  Kim Sawyer ! 
We are right behind you ! 

 Kim Sawyer é finalista para o prémio DIVERSITY CHAMPION OF THE YEAR 


Será um prémio muito bem merecido  que dará mais visibilidade quer ao seu trabalho com Connect to Success e WPO  Women Presidents' Organization em prol das mulheres empreendedoras em Portugal, quer à importância do apoio à diversidade na Europa.  

VER http://soroptimistapt.blogspot.com/2014/06/a-soroptimistinternational-uniao-de.html

http://soroptimistapt.blogspot.com/2015/05/onde-mandam-as-mulheres-ainda-e-onde-os.html

28 dezembro 2011

Enfermeiras paraquedistas homenageadas

Maria Arminda Santos, soroptimista do Clube Soroptimist International de Setúbal foi uma da enfermeiras paraquedistas homenageadas, passados 50 anos de ter servido 10 anos na guerra, em missão de paz.

04 dezembro 2011

Em memória de Teresa Rosmaninho antiga Presidente da União de Portugal

Serviço de Informação às Vítimas de Violência Doméstica 
Número verde gratuito 800 202 148 


Teresa Rosmaninho, psicóloga clínica,  presidente fundadora do clube Soroptimist International Porto Invicta e antiga presidente da União de Portugal faleceu em Setembro (1955-2011).  A União de Portugal inclui também os Clubes de Caldas da Rainha, Estoril Cascais, Évora, Lisboa Sete Colinas, Lisboa Fundador e Setúbal.


Teresa Rosmaninho tinha um sonho. Sonhava com um mundo sem violência. E trabalhava todos os dias para o construir, mobilizando vontades e recursos e ultrapassando obstáculos.  
Enérgica, bem humorada e dinâmica, ela demonstrava com a sua liderança o melhor dos ideais soroptmistas:  Compreender, Defender, Agir  (Awareness, Advocacy, Action)


Teresa Rosmaninho deixa um trabalho notável na protecção às vitimas de violência doméstica e na defesa dos direitos humanos em Portugal. Em 1994 fundou, através do clube Soroptimist International Porto Invicta, o «Porto de Abrigo», uma casa de apoio a mulheres vítimas de violência doméstica. Foi assessora do Ministério da Justiça e dirigente do projecto INOVAR do Ministério da Administração Interna, destinado a melhorar o atendimento às vítimas de crime, na GNR e PSP e foi autora de uma manual sobre a violência doméstica destinado à comunicação social. 

Sentidos pêsames à sua família e às amigas soroptimistas. 

Foi um privilégio conhecer e trabalhar com Teresa Rosmaninho nos projectos soroptimistas. 
Deixe aqui o seu testemunho e os seus desejos para as soroptimistas em Portugal. 
 

Nascida no Porto, a 25 de Abril de 1955, Teresa Rosmaninho  tinha 56 anos. Ex-assessora do Ministério da Justiça, desenvolveu um extenso trabalho de campo na área social.   Activista dos direitos das mulheres, fundou o “Porto de Abrigo”, casa de apoio no Porto para vítimas de violência doméstica, gerido pela “Soroptimist International Porto Invicta”, de que foi a primeira presidente.
Licenciada em psicologia clínica no Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), fez estudos complementares na Inglaterra, Holanda e Suíça. Auditora de Defesa Nacional, Teresa Rosmaninho foi Técnica Superior do Ministério da Justiça e dirigiu o projecto INOVAR do Ministério da Administração Interna, destinado a melhorar o atendimento, na GNR e PSP, às vítimas de crime. 
Militante do MRPP entre 1973 e 1975, Teresa Rosmaninho era militante do PS desde 2009.
Ver também Rede de casas abrigo não é suficiente , Crime quase sem castigo
Porto24 , Porto Canal , Público
Obituário de Teresa Rosmaninho, JNNotícias de Gaia, A Bola, APMJ, AIDSSP,  testemunhos, Intervenção , Notícias da TrofaConheci Teresa
Soroptimistas na campanha da UNIFEM contra a violência contras as mulheres
Violência doméstica mata mais , Ver CIG Cidadania e Igualdade de Género


Serviço de Informação às Vítimas de Violência Domestica
Número verde gratuito 800 202 148 

20 outubro 2010

Heroínas Portuguesas

As novas 'Marias' de Portugal

por PATRÍCIA JESUS, DN


Tem 41 anos, foi mãe aos 28 e trabalha mais que as outras europeias. É este o retrato da 'portuguesa média'.

Silvana teve o seu único filho aos 28 anos, dez anos depois de vir de Tondela para Lisboa para trabalhar. Tinha então apenas o sexto ano de escolaridade e empregou- -se na hotelaria. A quatro meses de fazer 41, encaixa perfeitamente no perfil da "portuguesa média", desenhado pelas estatísticas - na idade, número de filhos, emprego nos serviços.

Ou seja, a "Maria" do século XXI tem 41 anos, foi mãe pela primeira vez aos 28 anos e tem menos de dois filhos - em 2008, o número médio de filhos por mulher era de 1,37. Se estiver empregada trabalha essencialmente em actividades do sector público e dos serviços sociais e completou, no máximo, o 3º ciclo do ensino básico.

E a confiar nos números médios, Silvana tem ainda mais 42 anos de vida pela frente. Mas pelo menos no que diz respeito à escolaridade, esta mulher que trabalha como governanta num hotel lisboeta está resolvida a alterar a média. Já depois de adulta voltou à escola e espera concluir o curso de Relações Internacionais nos próximos anos.

Trabalhamos mais cinco horas

No entanto, voltar a estudar, para as portuguesas, não é tarefa fácil. É que as empregadas por conta de outrem trabalham 38 horas por semana, mais cinco do que as restantes mulheres europeias. E a média só é mais baixa do que a dos homens, segundo explica o Instituto Nacional de Estatística, porque há mais mulheres a trabalhar a tempo parcial.

Aliás, esta é uma das principais diferenças entre as portuguesas e as outras europeias. A outra é a escolaridade: a cidadã média europeia terminou o secundário e aportuguesa fica-se pelo 9.º ano.

O "português-tipo" também trabalha mais do que os seus colegas nos outros países dos 27 - 41 horas semanais, mais uma do que a média europeia. Está empregado "essencialmente em actividades relacionadas com a indústria, construção, energia e água" e por conta de outrem.

O português médio, tal como a mulher, não foi além do 9.º ano, mas em média ganha mais 136 euros do que ela. Por outro lado, apesar de ser mais novo - tem cerca de 38 anos - só pode esperar mais 39.

Estes são os retratos que o Instituto Nacional de Estatística divulgou ontem, para assinalar o primeiro Dia Mundial da Estatística. "Resulta de uma recolha de diferentes estatísticas, das demográficas às económicas, e são mais indicativos do que informativos", ressalva Filomena Mendes, presidente da Associação de Demografia.

































Isto porque "médias são médias", lembra. Ou seja, são muito influenciadas pelos valores extremos e, por isso, pobres para descrever a realidade. Ainda assim, são necessárias para conseguir sintetizar informação e úteis comparar países, conclui.
Fonte: DN