A Revista LUX convida-nos a votar até 13-Janeiro-2009:
VOTE NA SUA PERSONALIDADE PREFERIDA E GANHE PRÉMIOS! A Lux escolheu 13 categorias e o júri nomeou três personalidades femininas em cada uma das áreas. Existirá apenas uma vencedora por cada categoria e essa votação será feita por si, via telefone ou através do site Lux.pt. As suas eleitas serão conhecidas no dia 22 de Janeiro, na edição nº508 da revista Lux e em Lux.pt.
VOTAR Por TELEFONE: a cada nomeada corresponde um número de 01 a 39. Para votar na nomeada correspondente à sua escolha, ligue 760108001 e siga as instruções da operadora. Custo de participação: 0,72€ (IVA incluído).
VOTAR na Internet: http://www.lux.iol.pt/votacao/nomeadas/inicio
A Revista ACTIVA convida-nos a nomear candidatas para o Prémio Mulher ACTIVA 2009 destinado a reconhecer as mulheres que se destacaram pelas suas obras ou realizações em prol da sociedade portuguesa. Candidaturas até 22-Janeiro-2010.
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?contentid=A217788A-601D-46BE-9FFE-9B097A873EAE&channelid=7E71D51A-8571-4D69-B668-896EF228F60A
03 janeiro 2010
29 dezembro 2009
14 dezembro 2009
Rede de casas-abrigo não é suficiente
A rede oficial de casas-abrigo para vítimas de violência doméstica, que conta, actualmente, com 36 edifícios, não é suficiente para o número de casos de mulheres e crianças que precisam sair de casa para fugir ao sofrimento diário.
De acordo com a edição deste domingo do Público, vice-presidente da Comissão para a Cidadania e para a Igualdade de Género (CIG), Manuel Albano, não diz que é suficiente nem que é insuficiente, limitando-se a afirmar que estão preenchidas «97% das vagas» e que o país se socorre de «comunidades de inserção».
Além da comunidade de inserção da Associação de Moradores de Lameiras, a do Centro de Apoio à Vida, a da Cáritas de Coimbra, a da Casa de Sant´Ana, a do Centro Social e Paroquial de S. Lázaro, a da Comunidade Juvenil S. Francisco de Assis, a da Fundação Bissaya Barreto, a do Lar Divino Salvador, a do Lar Madre Sacramento, por vezes, hospedarias e pensões têm também de acolher as vítimas, que fugiram de casa, muitas vezes, apenas com a roupa do corpo.
De acordo com a edição deste domingo do Público, vice-presidente da Comissão para a Cidadania e para a Igualdade de Género (CIG), Manuel Albano, não diz que é suficiente nem que é insuficiente, limitando-se a afirmar que estão preenchidas «97% das vagas» e que o país se socorre de «comunidades de inserção».
Além da comunidade de inserção da Associação de Moradores de Lameiras, a do Centro de Apoio à Vida, a da Cáritas de Coimbra, a da Casa de Sant´Ana, a do Centro Social e Paroquial de S. Lázaro, a da Comunidade Juvenil S. Francisco de Assis, a da Fundação Bissaya Barreto, a do Lar Divino Salvador, a do Lar Madre Sacramento, por vezes, hospedarias e pensões têm também de acolher as vítimas, que fugiram de casa, muitas vezes, apenas com a roupa do corpo.
«O Conselho da Europa fez um documento programático e essa deverá ser a nossa referência», defende Maria Macedo, da Associação de Mulher contra a Violência, sublinhando que deve haver uma casa-abrigo para cada dez mil habitantes. Teresa Rosmaninho, da Soroptimist International, argumenta, por seu lado, que as respostas devem ser diversificadas, entre centros de acolhimento de emergência, casas-abrigo, casas-abrigo de alta segurança e apartamentos de transição.
«As vagas desta rede, que, ao fim e ao cabo, é pública, porque, apesar de formada por casas geridas por organizações não governamentais, é financiada pelo Estado, chegam», garante a Secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Contudo, as associações afirmam que não é isso que se verifica no terreno, especialmente a nível do interior, onde quase não existem este tipo de organismos.
As vítimas têm, muitas vezes, de mudar de zona, «precisam de refazer a vida, eventualmente, de aumentar a escolaridade, de fazer formação», explica Maria José Magalhães, da União de Mulheres Alternativa e Resposta. Apesar de tudo, Elza Pais está sintonizada com esta necessidade e já afirmou que «as casas que vierem a ser construídas terão de ser no interior».
«Algumas instituições não percebem o que é uma casa-abrigo, pensam que é igual a um lar de terceira idade ou a um centro de ocupação de tempos livres», diz Magalhães, questionando ainda a qualidade destas instituições.
«As vagas desta rede, que, ao fim e ao cabo, é pública, porque, apesar de formada por casas geridas por organizações não governamentais, é financiada pelo Estado, chegam», garante a Secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Contudo, as associações afirmam que não é isso que se verifica no terreno, especialmente a nível do interior, onde quase não existem este tipo de organismos.
As vítimas têm, muitas vezes, de mudar de zona, «precisam de refazer a vida, eventualmente, de aumentar a escolaridade, de fazer formação», explica Maria José Magalhães, da União de Mulheres Alternativa e Resposta. Apesar de tudo, Elza Pais está sintonizada com esta necessidade e já afirmou que «as casas que vierem a ser construídas terão de ser no interior».
«Algumas instituições não percebem o que é uma casa-abrigo, pensam que é igual a um lar de terceira idade ou a um centro de ocupação de tempos livres», diz Magalhães, questionando ainda a qualidade destas instituições.
«Tem de haver uma equipa técnica multidisciplinar e especializada», remata Rosmaninho.
Fontes: diariodigital.sapo.pt, Público
Teresa Rosmaninho foi a Presidente-fundadora do Clube Soroptimist International Porto Invicta
Crime (quase) sem castigo
Público - Casas-abrigo para mulheres e crianças não chegam para as encomendas
12 dezembro 2009
Participe na luta contra o cancro da mama em Portugal
Tal como outras formas de cancro, o cancro da mama é um aglomerado de células originárias que tomaram um comportamento irregular causando tumores nos orgãos. Quando não diagnosticado a tempo, o tumor espalha-se pelo organismo, tornando-se o seu combate bastante mais complexo.
Cancro da mama em Portugal : Uma em cada 11 mulheres em Portugal irá ter cancro da mama. Por isso, o cancro da mama é o cancro com maior taxa de incidência em Portugal.
Anualmente surgem cerca de 4500 novos casos.
A taxa de incidência do cancro da mama está a aumentar de ano para ano.
Cerca de 1500 mulheres morrem todos os anos em Portugal devido ao cancro da mama.
Mais de 90% dos cancros da mama são curáveis, se forem detectados a tempo e tratados correctamente.
O cancro da mama aumentou de forma muito significativa nas últimas três ou quatro décadas do século XX, sobretudo nos chamados países desenvolvidos. Sendo a forma de cancro mais frequente na mulher, raramente surge antes dos 30 anos de idade, aumentando significativamente a partir dos 45 anos e principalmente depois dos 60 anos.
A Laço é uma associação portuguesa sem fins lucrativos, criada em Outubro 2000, com o objectivo de ter um impacto significativo na prevenção, diagnóstico e tratamento do cancro da mama no nosso país através de campa
nhas de informação e de angariação de fundos, como formas de apoio ao diagnóstico precoce e ao tratamento do cranco da mama.
Ver as campanhas Dias Cor-de-Rosa e Fashion Targets em
http://www.laco.pt/, http://associacaolaco.blogspot.com/
Teve cancro da mama?
Pode participar num estudo
para um doutoramento em Psicologia da Saúde?
O estudo, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, está a decorrer no Instituto Superior de Psicologia Aplicada, e tem o título: “Stress e crescimento pós traumático: Estudo longitudinal do ajustamento em mulheres sobreviventes ao cancro de mama”.
Contacte IAlvarez@ispa.pt
Aqui fica um conselho de uma sobrevivente a todas as mulheres:
Façam o rastreio do cancro da mama e, em caso de dúvida, não facilitem.
Cancro da mama em Portugal : Uma em cada 11 mulheres em Portugal irá ter cancro da mama. Por isso, o cancro da mama é o cancro com maior taxa de incidência em Portugal.
Anualmente surgem cerca de 4500 novos casos.
A taxa de incidência do cancro da mama está a aumentar de ano para ano.
Cerca de 1500 mulheres morrem todos os anos em Portugal devido ao cancro da mama.
Mais de 90% dos cancros da mama são curáveis, se forem detectados a tempo e tratados correctamente.
O cancro da mama aumentou de forma muito significativa nas últimas três ou quatro décadas do século XX, sobretudo nos chamados países desenvolvidos. Sendo a forma de cancro mais frequente na mulher, raramente surge antes dos 30 anos de idade, aumentando significativamente a partir dos 45 anos e principalmente depois dos 60 anos.
A Laço é uma associação portuguesa sem fins lucrativos, criada em Outubro 2000, com o objectivo de ter um impacto significativo na prevenção, diagnóstico e tratamento do cancro da mama no nosso país através de campa
nhas de informação e de angariação de fundos, como formas de apoio ao diagnóstico precoce e ao tratamento do cranco da mama.Ver as campanhas Dias Cor-de-Rosa e Fashion Targets em
http://www.laco.pt/, http://associacaolaco.blogspot.com/
Teve cancro da mama?
Pode participar num estudo
para um doutoramento em Psicologia da Saúde?O estudo, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, está a decorrer no Instituto Superior de Psicologia Aplicada, e tem o título: “Stress e crescimento pós traumático: Estudo longitudinal do ajustamento em mulheres sobreviventes ao cancro de mama”.
Contacte IAlvarez@ispa.pt
Aqui fica um conselho de uma sobrevivente a todas as mulheres:
Façam o rastreio do cancro da mama e, em caso de dúvida, não facilitem.
Afinal, amanhã pode ser tarde de mais.
VER também o Guia de Apoio à Mulher com Cancro da Mama, no http://www.portaldasaude.pt/
Liga Portuguesa Contra o Cancro, http://www.ligacontracancro.pt/
Linha Cancro: tel. 808 255 255, linhacancro@ligacontracancro.pt
11 novembro 2009
Linha de Emergência Social 144 acode
A Linha Nacional de Emergência Social (LNES 144), que funciona 24 horas por dia, recebeu no último ano 18 438 pedidos de apoio em todo o país, quase metade dos quais relacionados com violência doméstica, quer física quer psicológica.
Fonte: RR
Em dez dias, cinco mulheres foram assassinadas pelos companheiros ou ex-companheiros em Portugal...
As próprias mulheres nem sempre conseguem avaliar o risco...
Fonte: Público
Fonte: RR
Em dez dias, cinco mulheres foram assassinadas pelos companheiros ou ex-companheiros em Portugal...
As próprias mulheres nem sempre conseguem avaliar o risco...
Fonte: Público
28 outubro 2009
Portugal mais desigual
Genebra, 27 Out 09 (Lusa)
Portugal caiu pelo terceiro ano consecutivo, para 46º lugar, no índice do Foro Económico Mundial que mede as desigualdades entre homens e mulheres no acesso a recursos e oportunidades, que continua a ser liderado pelos países do Norte da Europa.
Se, na primeira edição do ranking (2006), Portugal surgia em 33º lugar, na segunda caiu para 37º e no ano passado já surgia em 39º, apesar de uma subida ligeira da pontuação, que não levou a uma melhoria da posição geral devido à melhor prestação de outros países e aumento do universo da análise.
Portugal caiu pelo terceiro ano consecutivo, para 46º lugar, no índice do Foro Económico Mundial que mede as desigualdades entre homens e mulheres no acesso a recursos e oportunidades, que continua a ser liderado pelos países do Norte da Europa.
Se, na primeira edição do ranking (2006), Portugal surgia em 33º lugar, na segunda caiu para 37º e no ano passado já surgia em 39º, apesar de uma subida ligeira da pontuação, que não levou a uma melhoria da posição geral devido à melhor prestação de outros países e aumento do universo da análise.
17 outubro 2009
Passagem de Mandato - Caldas da Rainha
A 26-Setembro-2009, tomou posse a nova direcção do Clube Soroptimist International das Caldas da Rainha, liderada pela advogada Dília Isidoro como presidente, para o biénio 2009-2011.
A passagem de mandato ocorreu no jantar comemorativo do seu 2º aniversário. Os mandatos soroptimistas têm uma duração de 2 anos. A presidente fundadora e agora cessante, Helena Monteiro de Castro, fez o balanço dos dois anos de mandato e o ponto da situação do projecto «Alfeizerão 24». Este projecto, realizado em conjunto com a Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão e com o apoio do Instituto Zambuling e da Federação Soroptimista Europeia, implementou o sistema de tele-alarme junto dos seus idosos.
Mercês Silva e Sousa fez uma palestra dedicada ao tema «A qualidade da água nos nossos rios».
Muitos parabéns e votos de bom trabalho às amigas soroptimistas
Fonte: Jornal das Caldas
A passagem de mandato ocorreu no jantar comemorativo do seu 2º aniversário. Os mandatos soroptimistas têm uma duração de 2 anos. A presidente fundadora e agora cessante, Helena Monteiro de Castro, fez o balanço dos dois anos de mandato e o ponto da situação do projecto «Alfeizerão 24». Este projecto, realizado em conjunto com a Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão e com o apoio do Instituto Zambuling e da Federação Soroptimista Europeia, implementou o sistema de tele-alarme junto dos seus idosos.
Mercês Silva e Sousa fez uma palestra dedicada ao tema «A qualidade da água nos nossos rios».
Muitos parabéns e votos de bom trabalho às amigas soroptimistas
Fonte: Jornal das Caldas
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